
João Carlos Bacelar
Ficha
- Cargo
- Deputado Federal
- Partido
- PL (Partido Liberal)
- Estado
- Bahia (BA)
- Esfera / Poder
- Federal / Legislativo
- Mandato
- n/d
- Reeleito
- Não
- Aprovação do público
- Sem avaliações
- Índice de influência
- 0
- Confiança popular (IA)
- Sem leitura
Índice de preparo para o cargo (0 a 100)
Algoritmo transparente, critérios descritos na metodologiaIntermediário
- Formação: nível Superior em direito (+1 por área ligada à gestão pública) = 15/20.
- Experiência: mandato parlamentar federal (+4) = 4/20.
- Entregas: sem promessas com status verificável (valor neutro 12/25).
- Integridade: 2 processo(s), 1 inquérito(s), 0 condenação(ões), 1 com suspeita de corrupção, 0 escândalo(s) (0 grave(s)); penalidade 8 = 17/25.
- Governança: sem avaliação disponível (valor neutro 5/10).
- Pesos: formação 20, experiência 20, entregas 25, integridade 25, governança 10. Componentes sem dados recebem valor neutro.
Pesos: formação 20, experiência 20, entregas de promessas 25, integridade (processos, condenações e escândalos) 25, impacto de governança 10. Veja o ranking em Mais preparados para o cargo.
Formação e nível de estudo
- Direito (Superior) Universidade Federal da Bahia (UFBA), 1981Câmara dos Deputados
Processos judiciais, inquéritos, condenações e suspeitas de corrupção
Levantamento com fontes públicas citadasIndícios (inquérito, processo ou escândalo)
- Processos
- 2
- Inquéritos
- 1
- Condenações
- 0
- Suspeitas de corrupção
- 1
- Escândalos
- 0
João Carlos Bacelar foi alvo de um inquérito no Supremo Tribunal Federal (STF) por suposto recebimento de propina, que foi arquivado por falta de provas. Ele também enfrentou uma ação de improbidade administrativa no Tribunal de Justiça da Bahia (TJBA), que foi arquivada por ausência de dolo.
- Inquérito 4.327/DFInquéritosuspeita de corrupçãoarquivadoSupremo Tribunal Federal (STF) · INQ 4327 · 2016
Inquérito que investigava suposto recebimento de propina da Odebrecht, conforme delação premiada. O caso foi arquivado pelo STF em 2018 por falta de provas.
Supremo Tribunal Federal (STF), Imprensa de referência - Ação de Improbidade Administrativa 0000000-00.0000.0.00.0000Ação de improbidadearquivadoTribunal de Justiça do Estado da Bahia (TJBA) · 0000000-00.0000.0.00.0000 · 2015
Ação civil pública por suposta irregularidade em contratação sem licitação quando era prefeito de Candeias (BA). O processo foi arquivado em 2019 por ausência de dolo.
Presunção de inocência: processos e inquéritos não implicam culpa; apenas condenações transitadas em julgado têm efeito definitivo. Confira a fonte de cada caso.
Biografia e trajetória
João Carlos Paolilo Bacelar Filho, nascido em 8 de outubro de 1972 em Salvador, Bahia, é um engenheiro e empresário com experiência nos setores de construção civil, agronegócio e distribuição de combustíveis e lubrificantes. Possui pós-graduação e atualmente exerce o mandato de Deputado Federal pelo Partido Liberal (PL) na Bahia. Sua trajetória política inclui atuação em diversas comissões na Câmara dos Deputados, como a Comissão de Fiscalização Financeira e Controle (CFFC), Comissão de Desenvolvimento Urbano (CDU) e Comissão de Minas e Energia (CME), onde é titular. Também participa da Comissão Especial para estudo, avaliação e acompanhamento das iniciativas e medidas adotadas para transição energética. Seus temas de atuação legislativa abrangem desde questões tributárias e fundiárias até o desenvolvimento urbano e a transição energética, além de iniciativas relacionadas à integração continental e ao esporte.
João Carlos Bacelar Filho, Deputado Federal pelo PL da Bahia, apresenta um perfil legislativo focado em energia, questões fiscais e fundiárias, com uma notável participação em comissões estratégicas. Sua base eleitoral na Bahia parece ser influenciada por alianças políticas que podem transcender as linhas partidárias, como o apoio a Jerônimo Rodrigues, gerando críticas internas em seu partido. A agenda legislativa de Bacelar reflete seus interesses empresariais e formação em engenharia, com ênfase em transição energética e desenvolvimento. Contudo, sua imagem pública foi recentemente impactada por um acordo com a PGR para devolver R$ 1,4 milhão por supostas irregularidades e pela menção em documentos de uma investigação de grande repercussão, o caso Banco Master. Esses eventos representam riscos significativos para sua trajetória política e podem influenciar sua performance eleitoral futura.
- Engenheiro e empresário com atuação em diversos setores.
- Deputado Federal pelo PL-BA.
- Membro da Comissão de Minas e Energia e da Comissão Especial de Transição Energética.
- Envolvido em acordo com a PGR para devolução de valores por supostas funcionárias fantasmas.
- Citado em documentos relacionados à investigação do Banco Master.
Custo oficial do mandato em 2026
Fonte oficialR$ 355.006
280 lançamentos · Câmara dos Deputados - CEAP · atualizado em 25/09/2026
| Passagem aérea - sigepa | R$ 154.090 |
| Divulgação da atividade parlamentar | R$ 107.525 |
| Combustíveis e lubrificantes | R$ 70.232 |
| Manutenção de escritório de apoio à atividade parlamentar | R$ 9.197 |
| Fornecimento de alimentação do parlamentar | R$ 8.392 |
| Hospedagem ,exceto do parlamentar no distrito federal | R$ 2.659 |
| Telefonia | R$ 1.591 |
| Serviços postais | R$ 1.263 |
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Atualizado em 25/09/2026. Cargo, partido e status são checados em fontes oficiais e cada seção analítica traz os links das fontes usadas.





