Eleições 2026

Propostas dos candidatos a presidente 2026 por setor

Battle card das eleições 2026: quem tem a melhor proposta em economia, saúde, segurança, educação e mais. Governo atual avaliado por promessas cumpridas, integridade e indicadores oficiais (BCB, IBGE); desafiantes por viabilidade, interesse popular, trânsito político, alçada e custo-benefício. Inclui quem consegue implementar mudanças pelas cadeiras no Congresso e o impacto estimado da reforma tributária por setor. Fonte declarada: planos de governo no TSE.

Editor e pesquisador: KKOSAtualizado em 23/09/2026

Última geração: 2026-09-23 22:30 UTC · 387 manchetes analisadas

Placar geral

Média ponderada das notas por setor (0 a 10). O governo atual usa critérios de cumprimento, impacto e integridade; os desafiantes, critérios de factibilidade. Clique em um candidato para ver a nota de cada setor e os detalhes.
LulaGoverno atual
5.5
PT · vence em 3 de 8 setores
Ver detalhes das notas
Saúde7.0

Fortalecer o SUS, ampliar atendimentos e zerar filas, com foco em prevenção e digitalização.

  • Anunciou recorde de 14,9 milhões de cirurgias no SUS.
  • Exaltou avanços e recordes do SUS.
  • Caneta emagrecedora no SUS está longe de virar realidade.

Impacto: O governo anunciou recorde de cirurgias no SUS, indicando uma melhora no acesso a procedimentos. Contudo, a promessa de caneta emagrecedora no SUS não se concretizou, e há cobranças por transparência nas filas.

Justificativa da nota: O governo Lula demonstrou um foco claro no fortalecimento do SUS, com o anúncio de um número recorde de cirurgias, o que sugere um aumento na capacidade de atendimento e um impacto positivo na vida da população que depende do sistema público de saúde. No entanto, algumas promessas, como a disponibilização de medicamentos específicos, ainda não foram cumpridas, indicando desafios na implementação de todas as propostas. A avaliação do impacto na população é positiva devido ao aumento de procedimentos, mas a falta de transparência nas filas ainda é um ponto de atenção.

  • Promessas cumpridas (30%)7.0
  • Impacto no setor (25%)7.0
  • Impacto na população (25%)7.0
Educação3.0

Não há propostas específicas de Lula para a educação neste mandato nas manchetes.

Impacto: Não há informações suficientes nas manchetes e indicadores para avaliar o impacto do governo Lula na educação.

Justificativa da nota: As manchetes fornecidas não detalham promessas ou entregas específicas do governo Lula para o setor de educação neste mandato. As referências sobre educação se concentram em propostas de outros candidatos ou em análises gerais sobre os planos de governo, sem atribuir ações ou resultados diretos ao presidente em exercício. Portanto, não é possível realizar uma avaliação baseada nos critérios estabelecidos.

  • Promessas cumpridas (30%)0.0
  • Impacto no setor (25%)5.0
  • Impacto na população (25%)5.0
Segurança pública6.7

Combater o crime organizado e facções, com foco em prisões e prejuízos financeiros.

  • Realizou 12 mil prisões e impôs R$ 2 bilhões em prejuízo ao crime organizado.
  • Retirou R$ 1,6 bilhão do crime organizado em um mês.
  • Retirou R$ 361 milhões das facções em três semanas.
  • Participou de operação internacional contra o crime organizado.
  • Não recriou o Ministério da Segurança.

Impacto: Houve um aumento significativo nas prisões e prejuízos financeiros ao crime organizado, o que pode ter um impacto positivo na segurança pública. A não recriação do Ministério da Segurança, no entanto, pode indicar uma lacuna na estrutura de gestão do setor.

Justificativa da nota: O governo Lula demonstrou um cumprimento notável das promessas relacionadas ao combate ao crime organizado, com um grande número de prisões e a imposição de prejuízos financeiros significativos às facções. Isso sugere um impacto positivo na estrutura do setor de segurança e, potencialmente, na percepção de segurança da população. Contudo, a promessa de recriar o Ministério da Segurança não foi cumprida, o que pode ser visto como uma falha na gestão e coordenação das políticas de segurança pública.

  • Promessas cumpridas (30%)7.0
  • Impacto no setor (25%)7.0
  • Impacto na população (25%)6.0
Economia e contas públicas4.1

Aprovar reforma tributária, isenção do IR, e promover o crescimento econômico.

  • Aprovou reforma tributária e isenção do IR.
  • Contas públicas com déficit de R$ 44,4 bilhões até maio.
  • Déficit primário de R$ 55,3 bilhões em junho.
  • Dívida bruta do governo geral aumentou 11,2 p.p. do PIB (de 71,4% para 82,6%) [Indicadores].
  • Dívida líquida do setor público aumentou 13,9 p.p. do PIB (de 55,2% para 69,1%) [Indicadores].
  • Juros pagos pela dívida pública aumentaram de 4,6% para 6,4% do PIB [Indicadores].
  • Déficit nominal de 9,4% do PIB [Indicadores].

Impacto: A inflação acumulada no mandato foi de 17,90%, mas a taxa de desocupação caiu de 7,9% para 5,3%. A dívida pública e o déficit nominal aumentaram significativamente, indicando pressão fiscal.

Justificativa da nota: O governo Lula cumpriu promessas importantes como a reforma tributária e a isenção do IR, o que pode ter um impacto positivo na economia. No entanto, os indicadores oficiais mostram um cenário fiscal desafiador, com aumento da dívida pública, déficit nominal e juros pagos. Embora a taxa de desocupação tenha diminuído, a inflação acumulada ainda é alta. O impacto no setor é misto, com avanços na legislação, mas deterioração das contas públicas. O impacto na população é ambivalente, com mais empregos, mas custo de vida ainda elevado e endividamento crescente.

  • Promessas cumpridas (30%)5.0
  • Impacto no setor (25%)3.0
  • Impacto na população (25%)4.0
Infraestrutura e transportes7.1

Recuperar rodovias e investir em ferrovias.

  • Ministro dos Transportes destacou recuperação de rodovias e investimentos em ferrovias.

Impacto: Houve investimentos e recuperação de infraestrutura de transporte, o que pode melhorar a logística e o desenvolvimento regional.

Justificativa da nota: As manchetes indicam que o governo Lula tem atuado na recuperação de rodovias e no investimento em ferrovias, o que representa um cumprimento das promessas para o setor de infraestrutura. Isso pode gerar um impacto positivo na logística, no transporte de cargas e passageiros, e no desenvolvimento econômico das regiões beneficiadas. A ausência de promessas não cumpridas neste setor, conforme as manchetes, reforça a avaliação positiva.

  • Promessas cumpridas (30%)8.0
  • Impacto no setor (25%)7.0
  • Impacto na população (25%)6.0
Meio ambiente e energia2.1

Não há propostas específicas de Lula para o meio ambiente e energia neste mandato nas manchetes.

  • Brasil vive política ambiental contraditória.
  • Lula falha ao unir meio ambiente e soberania em programas.

Impacto: A política ambiental do governo é descrita como contraditória, o que pode gerar incertezas e impactar negativamente a proteção ambiental.

Justificativa da nota: As manchetes não apresentam promessas específicas do governo Lula para o meio ambiente e energia neste mandato, mas apontam para uma política ambiental contraditória e falhas na união de meio ambiente e soberania. Isso sugere um impacto neutro a negativo no setor, pois a falta de clareza ou a inconsistência nas ações podem dificultar o avanço da agenda ambiental. A ausência de entregas claras e a crítica à política ambiental resultam em uma avaliação baixa.

  • Promessas cumpridas (30%)0.0
  • Impacto no setor (25%)3.0
  • Impacto na população (25%)4.0
Gestão pública e reforma do Estado7.1

Reorganizar a máquina pública e manter a política do CNU.

  • Governo reorganizou máquina pública e intenção é manter política do CNU.

Impacto: A reorganização da máquina pública e a manutenção da política do CNU podem trazer mais eficiência e transparência à gestão.

Justificativa da nota: O governo Lula cumpriu a promessa de reorganizar a máquina pública e manter a política do Concurso Nacional Unificado (CNU), o que indica um esforço para modernizar e otimizar a gestão pública. Essas ações podem levar a uma maior eficiência administrativa e a um impacto positivo na qualidade dos serviços públicos oferecidos à população. A ausência de promessas não cumpridas neste setor, conforme as manchetes, reforça a avaliação positiva.

  • Promessas cumpridas (30%)8.0
  • Impacto no setor (25%)7.0
  • Impacto na população (25%)6.0
Assistência social7.0

Reajustar o Bolsa Família e zerar a fila do INSS.

  • Anunciou reajuste no Bolsa Família para R$ 691.
  • Governo bloqueou acesso a bets de 2,8 milhões do BPC e Bolsa Família.
  • Lula cobrou INSS para zerar fila até setembro.
  • Lula marcou anúncio para zerar fila do INSS.
  • Governo se endividou em R$ 117 bilhões para pagar Bolsa Família antes do reajuste.

Impacto: O reajuste do Bolsa Família e a tentativa de zerar a fila do INSS têm um impacto direto e positivo na renda e no acesso a benefícios para a população mais vulnerável. No entanto, o endividamento para custear o Bolsa Família levanta preocupações fiscais.

Justificativa da nota: O governo Lula cumpriu a promessa de reajustar o Bolsa Família, o que tem um impacto direto e positivo na renda das famílias beneficiárias. Além disso, houve esforços para zerar a fila do INSS, o que melhora o acesso a benefícios previdenciários. No entanto, o endividamento para custear o Bolsa Família antes do reajuste levanta questões sobre a sustentabilidade fiscal. O impacto na população é claramente positivo devido ao aumento da renda e acesso a serviços, mas o impacto no setor é misto devido às preocupações fiscais.

  • Promessas cumpridas (30%)7.0
  • Impacto no setor (25%)6.0
  • Impacto na população (25%)8.0
Ronaldo Caiado
5.2
PSD · vence em 2 de 8 setores
Ver detalhes das notas
Saúde6.9

Foco em prevenção, digitalização do SUS, prioridade na fila para doenças graves e avaliação de hospitais, defendendo vacinas e modernização do sistema.

Instrumento necessário: misto

Justificativa da nota: A digitalização do SUS e a priorização de filas são tecnicamente viáveis, mas dependem de investimentos significativos e coordenação com estados e municípios. Há grande interesse popular em melhorias no SUS, especialmente na redução de filas. A implementação de muitas dessas propostas exigirá leis ordinárias e cooperação federativa, o que pode gerar atritos no Congresso. A alçada presidencial é limitada, dependendo de repasses e acordos. O custo-benefício pode ser alto se a digitalização e a prevenção reduzirem a demanda por tratamentos mais caros a longo prazo.

  • Viabilidade (25%)7.0
  • Interesse popular (20%)9.0
  • Trânsito político (20%)6.0
  • Alçada do Executivo (15%)5.0
  • Custo-benefício (20%)7.0
Educação5.3

Crítica à aprovação automática e defesa de escolas cívico-militares, com foco em disciplina.

Instrumento necessário: misto

Justificativa da nota: A proposta de escolas cívico-militares é tecnicamente viável, como demonstrado em Goiás, mas gera controvérsia e críticas de especialistas que a veem como autoritária. Há interesse de parte da população que busca disciplina nas escolas. A expansão nacional dependeria de leis ordinárias e da adesão de estados e municípios, enfrentando resistência no Congresso e em setores da sociedade. A alçada presidencial é limitada, necessitando de cooperação federativa. O custo-benefício é debatível, com defensores apontando melhoria na disciplina e críticos questionando o impacto pedagógico.

  • Viabilidade (25%)6.0
  • Interesse popular (20%)6.0
  • Trânsito político (20%)5.0
  • Alçada do Executivo (15%)4.0
  • Custo-benefício (20%)5.0
Segurança pública6.4

Endurecer combate ao crime, propor lei contra 'terrorismo doméstico' e convidar Lincoln Gakiya para o Ministério da Segurança.

Instrumento necessário: misto

Justificativa da nota: O endurecimento do combate ao crime e a criação de uma lei contra 'terrorismo doméstico' são propostas que encontram eco em parte da população, mas a viabilidade jurídica e a eficácia de uma nova lei de 'terrorismo doméstico' são questionáveis. A nomeação de um ministro é prerrogativa presidencial. A aprovação de leis mais rígidas pode enfrentar resistência no Congresso e no Judiciário. A alçada presidencial é alta para nomeações e diretrizes, mas limitada para a execução sem apoio legislativo e judicial. O custo-benefício é incerto, dependendo da efetividade das medidas.

  • Viabilidade (25%)6.0
  • Interesse popular (20%)8.0
  • Trânsito político (20%)5.0
  • Alçada do Executivo (15%)7.0
  • Custo-benefício (20%)6.0
Economia e contas públicas5.5

Conter gastos sem subir impostos, elevar investimentos a 25% do PIB, resgatar reforma trabalhista e rever reforma tributária.

Instrumento necessário: misto

Justificativa da nota: A contenção de gastos e a elevação de investimentos são metas ambiciosas e de difícil conciliação, exigindo reformas estruturais e disciplina fiscal. Há interesse popular em menor carga tributária e mais investimentos. A reforma trabalhista e a revisão da reforma tributária exigem aprovação do Congresso, com alto grau de dificuldade devido à complexidade e aos interesses envolvidos. A alçada presidencial é limitada, dependendo fortemente do Legislativo. O custo-benefício pode ser alto se as reformas gerarem crescimento econômico sustentável, mas o caminho é árduo.

  • Viabilidade (25%)5.0
  • Interesse popular (20%)8.0
  • Trânsito político (20%)4.0
  • Alçada do Executivo (15%)4.0
  • Custo-benefício (20%)6.0
Infraestrutura e transportes7.2

Expansão de rodovias e ferrovias no Brasil.

Instrumento necessário: misto

Justificativa da nota: A expansão de rodovias e ferrovias é tecnicamente viável, mas exige vultosos investimentos e planejamento de longo prazo. Há grande interesse popular em melhorias na infraestrutura para escoamento da produção e mobilidade. A execução depende de projetos de lei para financiamento e concessões, com trânsito moderado no Congresso, especialmente se houver apoio de bancadas regionais. A alçada presidencial é alta para iniciar projetos e buscar financiamento, mas a execução depende de licitações e parcerias. O custo-benefício é potencialmente alto, gerando empregos e impulsionando a economia.

  • Viabilidade (25%)7.0
  • Interesse popular (20%)8.0
  • Trânsito político (20%)6.0
  • Alçada do Executivo (15%)7.0
  • Custo-benefício (20%)8.0
Meio ambiente e energia0.0

Sem proposta detalhada nas fontes coletadas.

Justificativa da nota: Sem proposta detalhada nas fontes coletadas.

  • Viabilidade (25%)0.0
  • Interesse popular (20%)0.0
  • Trânsito político (20%)0.0
  • Alçada do Executivo (15%)0.0
  • Custo-benefício (20%)0.0
Gestão pública e reforma do Estado3.7

Fim da reeleição, corte de gastos do governo sem detalhar onde, e anistia a condenados do 8 de janeiro para 'pacificar o país'.

Instrumento necessário: misto

Justificativa da nota: O fim da reeleição e a anistia para condenados do 8 de janeiro são propostas de alto impacto político e jurídico. O corte de gastos sem detalhamento é uma promessa comum, mas de difícil execução. O interesse popular no fim da reeleição é variável, enquanto a anistia é altamente polarizadora. O fim da reeleição exige emenda constitucional, com trânsito muito difícil. A anistia também demandaria aprovação legislativa e enfrentaria forte oposição. A alçada presidencial é limitada para essas propostas, dependendo do Congresso e do Judiciário. O custo-benefício é político e social, com resultados incertos.

  • Viabilidade (25%)4.0
  • Interesse popular (20%)5.0
  • Trânsito político (20%)3.0
  • Alçada do Executivo (15%)2.0
  • Custo-benefício (20%)4.0
Assistência social6.8

Defende programas sociais com foco em emancipação, citando famílias que saíram do Bolsa Família em Goiás.

Instrumento necessário: misto

Justificativa da nota: A proposta de programas sociais com foco em emancipação é tecnicamente viável, mas exige um desenho cuidadoso e acompanhamento para garantir a saída sustentável das famílias da dependência de benefícios. Há interesse popular em programas que promovam a autonomia. A implementação pode ser feita via decreto e portarias, mas a escala nacional exigiria leis ordinárias e alocação orçamentária, com trânsito moderado no Congresso. A alçada presidencial é alta para a criação e gestão de programas, mas a execução depende de estados e municípios. O custo-benefício é potencialmente alto, reduzindo a pobreza a longo prazo.

  • Viabilidade (25%)7.0
  • Interesse popular (20%)7.0
  • Trânsito político (20%)6.0
  • Alçada do Executivo (15%)7.0
  • Custo-benefício (20%)7.0
Flávio Bolsonaro
4.9
PL · vence em 2 de 8 setores
Ver detalhes das notas
Saúde5.4

Propostas para a saúde incluem mudanças no SUS, foco na digitalização e parcerias com o setor privado, com a nomeação de um médico para a pasta.

Instrumento necessário: misto

Justificativa da nota: A viabilidade das propostas depende da capacidade de implementar as mudanças no SUS e de atrair o setor privado, o que pode ser complexo. O interesse popular é alto, dado o desejo por melhorias na saúde pública. O trânsito no Congresso pode ser desafiador para reformas profundas no SUS, exigindo maioria simples para leis ordinárias. A alçada presidencial é média, pois muitas mudanças dependem de legislação. O custo-benefício é incerto, pois a fonte não detalha o financiamento das propostas.

  • Viabilidade (25%)5.0
  • Interesse popular (20%)8.0
  • Trânsito político (20%)5.0
  • Alçada do Executivo (15%)5.0
  • Custo-benefício (20%)4.0
Educação3.4

O plano de governo de Flávio Bolsonaro para a educação é considerado fraco em metas e recicla propostas, com a sugestão de transferir universidades federais para o MCTI.

Instrumento necessário: misto

Justificativa da nota: A viabilidade é baixa devido à falta de detalhamento e metas claras, além da complexidade de transferir universidades federais. O interesse popular é moderado, pois as propostas não abordam questões urgentes de forma inovadora. O trânsito no Congresso seria difícil para a transferência de universidades, que exigiria mudanças legislativas significativas. A alçada presidencial é limitada, pois a maioria das ações requer aprovação legislativa. O custo-benefício é baixo devido à superficialidade das propostas.

  • Viabilidade (25%)3.0
  • Interesse popular (20%)4.0
  • Trânsito político (20%)3.0
  • Alçada do Executivo (15%)4.0
  • Custo-benefício (20%)3.0
Segurança pública3.6

Endurecer o combate ao crime, cortar poderes do STF e focar na guerra contra facções, com propostas que geram controvérsia entre especialistas.

Instrumento necessário: misto

Justificativa da nota: A viabilidade é questionável, especialmente as propostas de corte de poderes do STF, que enfrentariam forte resistência jurídica e política. O interesse popular é alto, dada a preocupação com a segurança pública. O trânsito no Congresso seria extremamente difícil para propostas que afetam o Judiciário, exigindo emendas constitucionais e enfrentando forte oposição. A alçada presidencial é limitada, pois muitas ações dependem de aprovação legislativa e constitucional. O custo-benefício é incerto, pois a eficácia das medidas propostas é debatida.

  • Viabilidade (25%)3.0
  • Interesse popular (20%)9.0
  • Trânsito político (20%)0.0
  • Alçada do Executivo (15%)2.0
  • Custo-benefício (20%)4.0
Economia e contas públicas6.3

Corte de gastos e impostos, redução de ministérios e uma PEC fiscal, com a ampliação da equipe econômica para detalhar o plano.

Instrumento necessário: misto

Justificativa da nota: A viabilidade é moderada, pois o corte de gastos e impostos é uma meta ambiciosa que exige disciplina fiscal e apoio político. O interesse popular é alto, especialmente em relação à redução de impostos. O trânsito no Congresso seria desafiador para uma PEC fiscal e cortes de ministérios, exigindo maioria qualificada para emendas constitucionais. A alçada presidencial é média, pois algumas medidas podem ser feitas por decreto, mas as mais significativas exigem legislação. O custo-benefício pode ser alto se as medidas forem bem-sucedidas em estimular a economia.

  • Viabilidade (25%)6.0
  • Interesse popular (20%)8.0
  • Trânsito político (20%)5.0
  • Alçada do Executivo (15%)5.0
  • Custo-benefício (20%)7.0
Infraestrutura e transportes6.4

Previsão de pacotes de Internet, incentivo a data centers e destravamento de projetos de ferrovias, com a intenção de ser um 'novo Visconde de Mauá'.

Instrumento necessário: misto

Justificativa da nota: A viabilidade é moderada, pois o destravamento de projetos de infraestrutura depende de investimentos significativos e superação de burocracias. O interesse popular é alto, pois melhorias na infraestrutura beneficiam a economia e a qualidade de vida. O trânsito no Congresso seria necessário para aprovação de leis de incentivo e financiamento. A alçada presidencial é média, pois o presidente pode priorizar projetos e buscar financiamento, mas a execução depende de diversos atores. O custo-benefício pode ser alto a longo prazo, com o desenvolvimento de infraestrutura.

  • Viabilidade (25%)6.0
  • Interesse popular (20%)7.0
  • Trânsito político (20%)6.0
  • Alçada do Executivo (15%)6.0
  • Custo-benefício (20%)7.0
Meio ambiente e energia3.4

O plano de governo de Flávio Bolsonaro é criticado por falhar em unir meio ambiente e soberania, e por apresentar propostas antiambientais.

Instrumento necessário: misto

Justificativa da nota: A viabilidade é baixa, pois as propostas são consideradas antiambientais e podem gerar resistência de órgãos de controle e da sociedade civil. O interesse popular é dividido, com parte da população preocupada com o meio ambiente e outra priorizando o desenvolvimento econômico. O trânsito no Congresso seria difícil para propostas que flexibilizam a legislação ambiental, enfrentando oposição de bancadas ambientalistas. A alçada presidencial é limitada, pois muitas ações dependem de legislação e acordos internacionais. O custo-benefício é negativo, pois propostas antiambientais podem gerar danos irreversíveis.

  • Viabilidade (25%)3.0
  • Interesse popular (20%)5.0
  • Trânsito político (20%)3.0
  • Alçada do Executivo (15%)4.0
  • Custo-benefício (20%)2.0
Gestão pública e reforma do Estado5.4

Redução de ministérios, reforma administrativa e privatizações, com a defesa de uma nova Reforma da Previdência.

Instrumento necessário: misto

Justificativa da nota: A viabilidade é moderada, pois a redução de ministérios e a reforma administrativa são possíveis, mas a Reforma da Previdência e as privatizações enfrentam forte resistência política e social. O interesse popular é alto em relação à redução da máquina pública, mas dividido quanto às privatizações e reforma da previdência. O trânsito no Congresso seria difícil para reformas administrativas e da previdência, exigindo emendas constitucionais. A alçada presidencial é média, pois algumas medidas podem ser feitas por decreto, mas as mais impactantes exigem legislação. O custo-benefício pode ser alto se as reformas resultarem em maior eficiência e menor gasto público.

  • Viabilidade (25%)5.0
  • Interesse popular (20%)7.0
  • Trânsito político (20%)4.0
  • Alçada do Executivo (15%)5.0
  • Custo-benefício (20%)6.0
Assistência social5.0

O plano prevê um Bolsa Família temporário e redução da proteção social, com a reembalagem de ideias do pai e foco na porta de saída do programa.

Instrumento necessário: misto

Justificativa da nota: A viabilidade é moderada, pois a implementação de um Bolsa Família temporário e a redução da proteção social podem gerar resistência social e política. O interesse popular é alto, mas dividido, com parte da população defendendo a continuidade dos programas sociais. O trânsito no Congresso seria desafiador para mudanças significativas nos programas sociais, exigindo leis ordinárias e enfrentando oposição. A alçada presidencial é média, pois o presidente pode propor mudanças, mas a aprovação depende do Legislativo. O custo-benefício é incerto, pois a redução da proteção social pode ter impactos negativos na população mais vulnerável.

  • Viabilidade (25%)5.0
  • Interesse popular (20%)6.0
  • Trânsito político (20%)5.0
  • Alçada do Executivo (15%)5.0
  • Custo-benefício (20%)4.0
Renan Santos
4.4
MISSÃO · vence em 1 de 8 setores
Ver detalhes das notas
Saúde7.3

Renan Santos propõe o uso de tecnologia para reduzir a fila do SUS, com foco na eficiência e na modernização da gestão da saúde pública.

Instrumento necessário: misto

Justificativa da nota: A proposta de usar tecnologia para reduzir filas no SUS é viável tecnicamente, mas a implementação em larga escala e a integração de sistemas podem ser desafiadoras. Há grande interesse popular em reduzir as filas do SUS. O trânsito no Congresso seria médio, pois dependeria de alocação orçamentária e possíveis mudanças regulatórias. A alçada presidencial é média, pois envolve tanto ações executivas quanto a necessidade de aprovação de leis e cooperação com estados e municípios. O custo-benefício pode ser alto se a tecnologia for bem aplicada, gerando eficiência e melhor atendimento à população.

  • Viabilidade (25%)7.0
  • Interesse popular (20%)9.0
  • Trânsito político (20%)6.0
  • Alçada do Executivo (15%)6.0
  • Custo-benefício (20%)8.0
Educação3.4

O candidato propõe o fim das cotas e a militarização de escolas em áreas violentas, além de uma "revolução" na educação.

Instrumento necessário: misto

Justificativa da nota: A proposta de fim das cotas e militarização de escolas é de baixa viabilidade política e legal, enfrentando forte oposição de diversos setores da sociedade e possíveis questionamentos judiciais. O interesse popular é dividido, com apoio em alguns segmentos e forte rejeição em outros. O trânsito no Congresso seria muito difícil, exigindo maioria qualificada para alterações constitucionais ou leis que afetam direitos fundamentais. A alçada presidencial é baixa, pois depende de aprovação legislativa e cooperação com estados e municípios. O custo-benefício é incerto, com potencial para polarização e impactos sociais negativos.

  • Viabilidade (25%)3.0
  • Interesse popular (20%)5.0
  • Trânsito político (20%)2.0
  • Alçada do Executivo (15%)3.0
  • Custo-benefício (20%)4.0
Segurança pública3.0

Renan Santos defende o endurecimento do combate ao crime, a construção de superpresídios e a "desfavelização", com regime de exceção em favelas.

Instrumento necessário: misto

Justificativa da nota: As propostas de endurecimento do combate ao crime, construção de superpresídios e "desfavelização" com regime de exceção são de baixa viabilidade legal e constitucional, podendo gerar conflitos com direitos humanos e princípios democráticos. O interesse popular é alto em relação à segurança, mas as medidas propostas são controversas. O trânsito no Congresso seria extremamente difícil, especialmente para medidas que implicam regime de exceção ou que contrariam a Constituição. A alçada presidencial é baixa, pois muitas das propostas exigiriam alterações legislativas e constitucionais. O custo-benefício é questionável, com alto risco de violações e ineficácia a longo prazo.

  • Viabilidade (25%)2.0
  • Interesse popular (20%)7.0
  • Trânsito político (20%)1.0
  • Alçada do Executivo (15%)2.0
  • Custo-benefício (20%)3.0
Economia e contas públicas4.2

Propõe desvincular pisos de gastos, realizar estudos para desenvolver bomba atômica, corte de supersalários e revisão de renúncias fiscais.

Instrumento necessário: misto

Justificativa da nota: A desvinculação de pisos de gastos e o corte de supersalários têm viabilidade fiscal, mas enfrentam forte resistência política e social. A proposta de desenvolver bomba atômica é de baixíssima viabilidade e alto custo, além de contrariar tratados internacionais. Há interesse popular em corte de gastos e revisão de privilégios, mas não na bomba atômica. O trânsito no Congresso para desvinculação de gastos e corte de supersalários seria difícil, exigindo emendas constitucionais. A alçada presidencial é média, pois depende de aprovação legislativa. O custo-benefício é incerto, com alto risco de instabilidade política e social.

  • Viabilidade (25%)4.0
  • Interesse popular (20%)5.0
  • Trânsito político (20%)3.0
  • Alçada do Executivo (15%)5.0
  • Custo-benefício (20%)4.0
Infraestrutura e transportes7.0

Renan Santos promete que tudo que for economizado será destinado à infraestrutura, com foco em um "choque de infraestrutura" para regiões produtoras.

Instrumento necessário: misto

Justificativa da nota: A proposta de destinar toda a economia para infraestrutura é ambiciosa e sua viabilidade depende diretamente da capacidade de gerar grandes cortes de gastos, o que é um desafio. Há grande interesse popular em melhorias na infraestrutura. O trânsito no Congresso seria médio, pois a alocação de recursos orçamentários é prerrogativa do Executivo, mas grandes projetos podem requerer aprovação legislativa. A alçada presidencial é alta para a execução, mas a obtenção dos recursos depende de outras reformas. O custo-benefício pode ser alto se os investimentos forem bem direcionados e eficientes.

  • Viabilidade (25%)6.0
  • Interesse popular (20%)8.0
  • Trânsito político (20%)6.0
  • Alçada do Executivo (15%)7.0
  • Custo-benefício (20%)8.0
Meio ambiente e energia0.0

Sem proposta detalhada nas fontes coletadas.

Justificativa da nota: Sem proposta detalhada nas fontes coletadas.

  • Viabilidade (25%)0.0
  • Interesse popular (20%)0.0
  • Trânsito político (20%)0.0
  • Alçada do Executivo (15%)0.0
  • Custo-benefício (20%)0.0
Gestão pública e reforma do Estado4.1

O plano de Renan Santos propõe uma ampla reforma do Estado, com foco em cortes de despesas e uma nova reforma trabalhista.

Instrumento necessário: misto

Justificativa da nota: A proposta de ampla reforma do Estado com cortes de despesas e nova reforma trabalhista tem viabilidade técnica, mas enfrenta forte resistência política e social. Há interesse popular em eficiência na gestão pública, mas as reformas propostas são controversas. O trânsito no Congresso seria muito difícil, exigindo emendas constitucionais e leis complexas. A alçada presidencial é baixa, pois depende fortemente da aprovação legislativa. O custo-benefício é incerto, com potencial para gerar instabilidade social e econômica se não for bem planejada e comunicada.

  • Viabilidade (25%)4.0
  • Interesse popular (20%)6.0
  • Trânsito político (20%)2.0
  • Alçada do Executivo (15%)3.0
  • Custo-benefício (20%)5.0
Assistência social6.0

Propõe que nenhum estado terá mais Bolsa Família que trabalho formal e a perda gradual do benefício para quem recusar emprego.

Instrumento necessário: lei ordinária

Justificativa da nota: A proposta de vincular o Bolsa Família ao trabalho formal e a perda gradual do benefício para quem recusar emprego tem viabilidade técnica, mas a implementação pode ser complexa e gerar exclusão social. Há interesse popular em reduzir a dependência de programas sociais, mas também em garantir a proteção dos mais vulneráveis. O trânsito no Congresso seria médio, pois exigiria alterações na legislação do programa. A alçada presidencial é média, pois envolve tanto ações executivas quanto a necessidade de aprovação de leis. O custo-benefício é incerto, com potencial para incentivar o trabalho, mas também para aumentar a pobreza se não houver empregos disponíveis.

  • Viabilidade (25%)6.0
  • Interesse popular (20%)7.0
  • Trânsito político (20%)5.0
  • Alçada do Executivo (15%)6.0
  • Custo-benefício (20%)6.0

Ronaldo Caiado apresenta um conjunto de propostas mais consistente, com notas equilibradas em diversos setores, especialmente saúde e infraestrutura, e um foco claro em segurança e programas sociais com emancipação. Lula, como governo atual, é avaliado por promessas cumpridas e impacto, destacando-se em saúde, infraestrutura e gestão, mas com lacunas em educação e meio ambiente. Os demais candidatos, avaliados por viabilidade e interesse popular, mostram propostas mais polarizadas e com menor consistência geral.

Quem consegue implementar mudanças significativas

Candidato mais qualificado diante das notas e da capacidade de aprovar seus projetos: trânsito político, cadeiras favoráveis no Congresso e probabilidade de sucesso.
Mais qualificado para implementar mudanças: Lula

Combinação da nota geral do card, das cadeiras favoráveis na Câmara e no Senado e da capacidade de execução. Probabilidade de sucesso: 51%.

CandidatoProb. de implementarNota geralCâmara favorávelSenado favorávelExecução
LulaGoverno atualPT51%5.5226/513 (44.1%)36/81 (44.4%)5.3/10 detalhes

Lula (governo atual): base sólida de 125 deputados e 17 senadores; com apoios negociados chega a 226 de 513 na Câmara (44%) e 36 de 81 no Senado (44%). Não alcança maioria simples nas duas Casas sem ampliar a coalizão; e não teria os 3/5 para emenda constitucional. Execução medida pelas promessas cumpridas: 5.3 de 10.

Maioria simples Câmara (257)
não
Maioria simples Senado (41)
não
3/5 Câmara para emenda (308)
não
3/5 Senado para emenda (49)
não
Bancadas consideradas (peso de apoio provável)
PT 66/9 x1PSD 48/14 x0.5PSB 17/7 x1MDB 38/9 x0.5PP 47/8 x0.3União Brasil 50/3 x0.3Republicanos 42/6 x0.3PSOL 13/0 x1PCdoB 11/0 x1Podemos 27/3 x0.3PDT 9/1 x0.8PV 6/0 x1PSDB 17/4 x0.2Rede 3/0 x1Avante 5/1 x0.5Solidariedade 4/0 x0.5PRD 3/0 x0.3Cidadania 2/0 x0.4
Flávio BolsonaroPL48%4.9268/513 (52.2%)42/81 (51.9%)3.9/10 detalhes

Flávio Bolsonaro: base sólida de 145 deputados e 21 senadores; com apoios negociados chega a 268 de 513 na Câmara (52%) e 42 de 81 no Senado (52%). Alcança maioria simples nas duas Casas para leis ordinárias e complementares; e não teria os 3/5 para emenda constitucional. Execução medida pelo trânsito político médio das propostas: 3.9 de 10.

Maioria simples Câmara (257)
sim
Maioria simples Senado (41)
sim
3/5 Câmara para emenda (308)
não
3/5 Senado para emenda (49)
não
Bancadas consideradas (peso de apoio provável)
PL 98/15 x1PP 47/8 x0.7Republicanos 42/6 x0.8União Brasil 50/3 x0.6PSD 48/14 x0.5MDB 38/9 x0.4Podemos 27/3 x0.6PSDB 17/4 x0.5Novo 5/0 x1Avante 5/1 x0.3PRD 3/0 x0.5Solidariedade 4/0 x0.3Cidadania 2/0 x0.2
Ronaldo CaiadoPSD47%5.2231/513 (45%)36/81 (44.4%)4.4/10 detalhes

Ronaldo Caiado: base sólida de 50 deputados e 3 senadores; com apoios negociados chega a 231 de 513 na Câmara (45%) e 36 de 81 no Senado (44%). Não alcança maioria simples nas duas Casas sem ampliar a coalizão; e não teria os 3/5 para emenda constitucional. Execução medida pelo trânsito político médio das propostas: 4.4 de 10.

Maioria simples Câmara (257)
não
Maioria simples Senado (41)
não
3/5 Câmara para emenda (308)
não
3/5 Senado para emenda (49)
não
Bancadas consideradas (peso de apoio provável)
União Brasil 50/3 x1PL 98/15 x0.4PP 47/8 x0.7PSD 48/14 x0.6MDB 38/9 x0.6Republicanos 42/6 x0.5Podemos 27/3 x0.6PSDB 17/4 x0.7Novo 5/0 x0.5Avante 5/1 x0.4Solidariedade 4/0 x0.4PRD 3/0 x0.5Cidadania 2/0 x0.4
Renan SantosMISSÃO28%4.446/513 (9%)6/81 (7.4%)3.1/10 detalhes

Renan Santos: base sólida de 0 deputados e 0 senadores; com apoios negociados chega a 46 de 513 na Câmara (9%) e 6 de 81 no Senado (7%). Não alcança maioria simples nas duas Casas sem ampliar a coalizão; e não teria os 3/5 para emenda constitucional. Execução medida pelo trânsito político médio das propostas: 3.1 de 10.

Maioria simples Câmara (257)
não
Maioria simples Senado (41)
não
3/5 Câmara para emenda (308)
não
3/5 Senado para emenda (49)
não
Bancadas consideradas (peso de apoio provável)
PL 98/15 x0.3PP 47/8 x0.1União Brasil 50/3 x0.1Republicanos 42/6 x0.1Novo 5/0 x0.6

Clique no candidato para ver as maiorias, as bancadas ponderadas e a leitura. Composição do Congresso em 21/10/2026: Dados Abertos da Câmara e Dados Abertos do Senado.

Como a probabilidade é calculada
  • Probabilidade de implementar = 40% da nota geral do card + 35% de cadeiras favoráveis (Câmara com peso duplo em relação ao Senado) + 25% de execução (trânsito político médio das propostas; para o governo atual, promessas cumpridas).
  • Cadeiras favoráveis = soma das bancadas atuais (Câmara 513, Senado 81, dados abertos oficiais) ponderadas pelo apoio provável de cada partido ao candidato: 1 = base sólida, 0,5 = apoio negociado, 0 = oposição. Os pesos são estimativa editorial declarada e não uma previsão do resultado das eleições legislativas de 2026.
  • Quórum: maioria simples 257 deputados e 41 senadores; emenda constitucional 308 deputados e 49 senadores.

Fonte declarada e critérios

Fonte declarada: plano de governo registrado no TSE

Consulta ao TSE indisponível no momento (TSE HTTP 403). As propostas foram avaliadas pelas manchetes; o plano registrado pode ser consultado no DivulgaCandContas.

Consulte os registros oficiais em divulgacandcontas.tse.jus.br.

Governo atual (Lula): cumprido e não cumprido

Promessas cumpridas (peso 40%)
Proporção do que foi prometido para o setor que foi entregue no mandato.
Impacto no setor (peso 30%)
Efeito observado nos indicadores e na estrutura do setor (10 = melhora forte; 0 = piora forte).
Impacto na população (peso 30%)
Efeito observado na vida das pessoas: renda, preços, emprego, acesso a serviços.

Desafiantes: factibilidade das propostas

Alçada do Executivo (peso 15%)
Quanto o presidente consegue executar sozinho (decreto, portaria, orçamento) sem depender de lei, estados ou Judiciário.
Trânsito político (peso 20%)
Facilidade de aprovar no Congresso com o quórum de aliados provável (10 = consenso; 0 = emenda constitucional contra a maioria).
Interesse popular (peso 20%)
Quanto a proposta responde a uma demanda percebida pela população?
Viabilidade (peso 25%)
A proposta é factível técnica e fiscalmente com o que foi anunciado?
Custo-benefício (peso 20%)
Retorno esperado para a população frente ao custo fiscal e ao tempo de entrega.

Governo atual em números (Lula, desde 2023)

Indicadores oficiais primeiro (Banco Central, IBGE); em seguida os números levantados nas manchetes, sempre com fonte e data.

Séries oficiais

Inflação (IPCA) em 12 meses
4,22%
detalhes e fonte

Acumulado dos 12 meses até 08/2026. Meta do Banco Central: 3% ao ano, com tolerância até 4,5%.

09/2025 a 08/2026. Banco Central do Brasil (SGS)oficial

Direção: estável.

Inflação acumulada no mandato
17,90%
detalhes e fonte

IPCA acumulado de janeiro de 2023 até 08/2026 (44 meses).

01/2023 a 08/2026. Banco Central do Brasil (SGS)oficial

Direção: piora no período.

Aumento do custo de vida em 10 anos
61,1%
detalhes e fonte

IPCA acumulado em 120 meses: o que custava R$ 100 em 09/2016 custa cerca de R$ 161 em 08/2026.

09/2016 a 08/2026. Banco Central do Brasil (SGS)oficial

Direção: estável.

Taxa de desocupação (PNAD Contínua)
5,3%
detalhes e fonte

7,9% no trimestre encerrado em 12/2022 para 5,3% no trimestre encerrado em 07/2026 (-2,6 p.p.).

12/2022 a 07/2026. IBGE via Banco Central (SGS 24369)oficial

Direção: melhora no período.

Dívida bruta do governo geral
82,6% do PIB
detalhes e fonte

71,4% do PIB em 01/2023 (início do mandato) para 82,6% do PIB em 07/2026 (+11,2 p.p.). Há 10 anos (09/2016): 70,0% do PIB.

01/2023 a 07/2026. Banco Central do Brasil (SGS) 13762oficial

Direção: piora no período.

Dívida líquida do setor público
69,1% do PIB
detalhes e fonte

55,2% do PIB em 01/2023 para 69,1% do PIB em 07/2026 (+13,9 p.p.).

01/2023 a 07/2026. Banco Central do Brasil (SGS) 4513oficial

Direção: piora no período.

Juros pagos pela dívida pública (12 meses)
6,4% do PIB
detalhes e fonte

Juros nominais do setor público acumulados em 12 meses: 4,6% do PIB em 01/2023 para 6,4% do PIB em 07/2026. É o custo de carregar a dívida com a Selic atual; cada ponto do PIB equivale a dezenas de bilhões de reais por ano.

12 meses até 07/2026. Banco Central do Brasil (SGS) 5729oficial

Direção: piora no período.

Déficit nominal (12 meses)
9,4% do PIB
detalhes e fonte

Resultado nominal do setor público (receitas menos despesas, incluindo juros) acumulado em 12 meses até 07/2026. Valor positivo indica déficit financiado com mais dívida.

12 meses até 07/2026. Banco Central do Brasil (SGS) 5727oficial

Direção: piora no período.

Dólar (R$/US$)
R$ 5,14
detalhes e fonte

R$ 5,34 em 02/01/2023 para R$ 5,14 em 23/09/2026 (-3,8%). Câmbio mais alto encarece importações e sinaliza saída de capital ou percepção de risco fiscal.

02/01/2023 a 23/09/2026. Banco Central do Brasil (SGS) 1oficial

Direção: estável.

Números levantados nas manchetes

Empresas falidas
sem número nas manchetes coletadas
detalhes e fonte

Não há número de falências nas manchetes, apenas desmentidos sobre recordes.

2025. checamos.afp.commanchetes

Direção: estável.

Pedidos de recuperação judicial
977 processos
detalhes e fonte

O Brasil registrou um recorde histórico de recuperações judiciais com 977 processos.

sem dado. E-Commerce Brasilmanchetes

Direção: piora no período.

Demissões Uber
3,3 mil pessoas
detalhes e fonte

A Uber anunciou a demissão de 3,3 mil pessoas, o maior corte desde a pandemia.

sem dado. CNN Brasilmanchetes

Direção: piora no período.

Receita total projetada
R$ 3,24 trilhões
detalhes e fonte

O governo federal projeta uma receita total de R$ 3,24 trilhões em 2026, um número recorde.

2026. g1.globo.commanchetes

Direção: melhora no período.

Dívida pública federal
R$ 9,26 trilhões
detalhes e fonte

A dívida pública federal cresceu 2,61% em junho, atingindo R$ 9,26 trilhões.

junho. CNN Brasilmanchetes

Direção: piora no período.

Empresas para o Paraguai
sem número nas manchetes coletadas
detalhes e fonte

Não há número específico de empresas que migraram para o Paraguai nas manchetes, apenas menções sobre o interesse e a migração.

sem dado. Aos Fatosmanchetes

Direção: estável.

Saída de estrangeiros da B3
R$ 15,6 bilhões
detalhes e fonte

Estrangeiros retiraram R$ 15,6 bilhões da Bolsa em agosto, a maior saída desde 2022.

agosto. g1.globo.commanchetes

Direção: piora no período.

Carga tributária
32,4% do PIB
detalhes e fonte

A carga tributária bateu recorde e chegou a 32,4% do PIB, incluindo IR e IOF.

sem dado. CNN Brasilmanchetes

Direção: piora no período.

Demissões Americanas
4 mil demissões
detalhes e fonte

A Americanas teve mais de 4 mil demissões em um mês.

um mês. NSC Totalmanchetes

Direção: piora no período.

Pedidos de recuperação judicial no agronegócio
21,9%
detalhes e fonte

Os pedidos de recuperação judicial no agronegócio subiram 21,9% no primeiro trimestre.

primeiro trimestre. O GLOBOmanchetes

Direção: piora no período.

Os dados oficiais do Banco Central indicam uma deterioração da situação fiscal do Brasil, com aumento da dívida bruta e líquida do governo, além de um déficit nominal elevado e juros crescentes. Paralelamente, as manchetes apontam para um cenário de dificuldades econômicas para empresas e famílias, com recordes de recuperações judiciais e inadimplência, e uma carga tributária em alta. A saída de capital estrangeiro e o interesse de empresas em migrar para o Paraguai sugerem uma percepção de risco e falta de competitividade no ambiente de negócios brasileiro.

Crises de governo e indicações

Caso Banco Master

O caso Banco Master envolve a delação de Daniel Vorcaro, que citou ministros do STF e gerou uma crise institucional. O ministro André Mendonça é o relator do caso, e suas ações são vistas como politicamente motivadas por aliados do governo.

Impacto: A crise gerou tensões entre ministros do STF e arrastou o governo para o centro do debate, levando Lula a buscar uma proposta de reforma do Judiciário.

Fraude no INSS

A Polícia Federal indiciou ex-presidentes do INSS e outras 46 pessoas por fraude, com o governo liberando R$ 547 milhões para ressarcir vítimas. Há relatos de promoção de servidora que autorizou acordos para descontos indevidos.

Impacto: A fraude bilionária no INSS expõe falhas na gestão e fiscalização do instituto, gerando custos significativos para o governo e afetando a confiança dos beneficiários.

Contas públicas e cenários para o próximo governo

Dívida bruta, juros da dívida, déficit e câmbio vêm das séries oficiais do Banco Central acima. Os riscos e as saídas abaixo resumem o que o debate público e as manchetes apontam, com leitura de cientista político e sem juízo de espectro.

Riscos para o próximo governo
  • Dívida bruta do governo geral em 82,6% do PIB, com aumento de 11,2 p.p. no mandato.
  • Juros pagos pela dívida pública em 6,4% do PIB, representando um custo significativo.
  • Déficit nominal de 9,4% do PIB, indicando a necessidade de mais endividamento.
  • Carga tributária em 32,4% do PIB (G31), atingindo recorde.
  • Saída de R$ 15,6 bilhões de estrangeiros da Bolsa em agosto (G112), sinalizando fuga de capitais.
Saídas em debate
  • Medidas para conter o endividamento das famílias (G46).
  • Reforma tributária para aprimorar o sistema (G36).
  • Discussão sobre o aumento do IOF (G32, G35, G38).
  • Revisão de políticas que levam empresas a buscar o Paraguai (G101, G108).
  • Reforma do Judiciário para resolver crises institucionais (G81).

A probabilidade de agravamento fiscal é alta, dada a trajetória crescente da dívida e do déficit, e o aumento dos juros. A pressão sobre a carga tributária e a fuga de capitais indicam um ambiente econômico desafiador. A capacidade do governo de implementar soluções eficazes dependerá da articulação política e da confiança dos agentes econômicos.

Propostas por setor, notas e justificativas

Cada célula mostra a proposta, a nota por critério, o instrumento necessário (decreto, lei ou emenda) e as fontes.

Saúde

Melhor proposta: Renan Santos

Lula e Renan Santos se destacam na saúde com propostas de digitalização e eficiência do SUS, enquanto Flávio Bolsonaro e Ronaldo Caiado também focam na modernização e parcerias, mas com abordagens distintas.

LulaGoverno atual
7.0

Fortalecer o SUS, ampliar atendimentos e zerar filas, com foco em prevenção e digitalização.

Clique para ver a justificativa, os critérios e as fontes

Fortalecer o SUS, ampliar atendimentos e zerar filas, com foco em prevenção e digitalização.

  • Anunciou recorde de 14,9 milhões de cirurgias no SUS.
  • Exaltou avanços e recordes do SUS.
  • Caneta emagrecedora no SUS está longe de virar realidade.

Impacto: O governo anunciou recorde de cirurgias no SUS, indicando uma melhora no acesso a procedimentos. Contudo, a promessa de caneta emagrecedora no SUS não se concretizou, e há cobranças por transparência nas filas.

Justificativa da nota: O governo Lula demonstrou um foco claro no fortalecimento do SUS, com o anúncio de um número recorde de cirurgias, o que sugere um aumento na capacidade de atendimento e um impacto positivo na vida da população que depende do sistema público de saúde. No entanto, algumas promessas, como a disponibilização de medicamentos específicos, ainda não foram cumpridas, indicando desafios na implementação de todas as propostas. A avaliação do impacto na população é positiva devido ao aumento de procedimentos, mas a falta de transparência nas filas ainda é um ponto de atenção.

  • Promessas cumpridas (30%)7.0
  • Impacto no setor (25%)7.0
  • Impacto na população (25%)7.0
Ronaldo Caiado
6.9

Foco em prevenção, digitalização do SUS, prioridade na fila para doenças graves e avaliação de hospitais, defendendo vacinas e modernização do sistema.

Clique para ver a justificativa, os critérios e as fontes

Foco em prevenção, digitalização do SUS, prioridade na fila para doenças graves e avaliação de hospitais, defendendo vacinas e modernização do sistema.

Instrumento necessário: misto

Justificativa da nota: A digitalização do SUS e a priorização de filas são tecnicamente viáveis, mas dependem de investimentos significativos e coordenação com estados e municípios. Há grande interesse popular em melhorias no SUS, especialmente na redução de filas. A implementação de muitas dessas propostas exigirá leis ordinárias e cooperação federativa, o que pode gerar atritos no Congresso. A alçada presidencial é limitada, dependendo de repasses e acordos. O custo-benefício pode ser alto se a digitalização e a prevenção reduzirem a demanda por tratamentos mais caros a longo prazo.

  • Viabilidade (25%)7.0
  • Interesse popular (20%)9.0
  • Trânsito político (20%)6.0
  • Alçada do Executivo (15%)5.0
  • Custo-benefício (20%)7.0
Flávio Bolsonaro
5.4

Propostas para a saúde incluem mudanças no SUS, foco na digitalização e parcerias com o setor privado, com a nomeação de um médico para a pasta.

Clique para ver a justificativa, os critérios e as fontes

Propostas para a saúde incluem mudanças no SUS, foco na digitalização e parcerias com o setor privado, com a nomeação de um médico para a pasta.

Instrumento necessário: misto

Justificativa da nota: A viabilidade das propostas depende da capacidade de implementar as mudanças no SUS e de atrair o setor privado, o que pode ser complexo. O interesse popular é alto, dado o desejo por melhorias na saúde pública. O trânsito no Congresso pode ser desafiador para reformas profundas no SUS, exigindo maioria simples para leis ordinárias. A alçada presidencial é média, pois muitas mudanças dependem de legislação. O custo-benefício é incerto, pois a fonte não detalha o financiamento das propostas.

  • Viabilidade (25%)5.0
  • Interesse popular (20%)8.0
  • Trânsito político (20%)5.0
  • Alçada do Executivo (15%)5.0
  • Custo-benefício (20%)4.0
Renan Santos
7.3

Renan Santos propõe o uso de tecnologia para reduzir a fila do SUS, com foco na eficiência e na modernização da gestão da saúde pública.

Clique para ver a justificativa, os critérios e as fontes

Renan Santos propõe o uso de tecnologia para reduzir a fila do SUS, com foco na eficiência e na modernização da gestão da saúde pública.

Instrumento necessário: misto

Justificativa da nota: A proposta de usar tecnologia para reduzir filas no SUS é viável tecnicamente, mas a implementação em larga escala e a integração de sistemas podem ser desafiadoras. Há grande interesse popular em reduzir as filas do SUS. O trânsito no Congresso seria médio, pois dependeria de alocação orçamentária e possíveis mudanças regulatórias. A alçada presidencial é média, pois envolve tanto ações executivas quanto a necessidade de aprovação de leis e cooperação com estados e municípios. O custo-benefício pode ser alto se a tecnologia for bem aplicada, gerando eficiência e melhor atendimento à população.

  • Viabilidade (25%)7.0
  • Interesse popular (20%)9.0
  • Trânsito político (20%)6.0
  • Alçada do Executivo (15%)6.0
  • Custo-benefício (20%)8.0

Educação

Melhor proposta: Ronaldo Caiado

A educação é um ponto fraco para Lula, sem propostas claras, enquanto Flávio Bolsonaro e Renan Santos apresentam planos considerados fracos ou controversos, e Ronaldo Caiado foca em disciplina e escolas cívico-militares.

LulaGoverno atual
3.0

Não há propostas específicas de Lula para a educação neste mandato nas manchetes.

Clique para ver a justificativa, os critérios e as fontes

Não há propostas específicas de Lula para a educação neste mandato nas manchetes.

Impacto: Não há informações suficientes nas manchetes e indicadores para avaliar o impacto do governo Lula na educação.

Justificativa da nota: As manchetes fornecidas não detalham promessas ou entregas específicas do governo Lula para o setor de educação neste mandato. As referências sobre educação se concentram em propostas de outros candidatos ou em análises gerais sobre os planos de governo, sem atribuir ações ou resultados diretos ao presidente em exercício. Portanto, não é possível realizar uma avaliação baseada nos critérios estabelecidos.

  • Promessas cumpridas (30%)0.0
  • Impacto no setor (25%)5.0
  • Impacto na população (25%)5.0
Ronaldo Caiado
5.3

Crítica à aprovação automática e defesa de escolas cívico-militares, com foco em disciplina.

Clique para ver a justificativa, os critérios e as fontes

Crítica à aprovação automática e defesa de escolas cívico-militares, com foco em disciplina.

Instrumento necessário: misto

Justificativa da nota: A proposta de escolas cívico-militares é tecnicamente viável, como demonstrado em Goiás, mas gera controvérsia e críticas de especialistas que a veem como autoritária. Há interesse de parte da população que busca disciplina nas escolas. A expansão nacional dependeria de leis ordinárias e da adesão de estados e municípios, enfrentando resistência no Congresso e em setores da sociedade. A alçada presidencial é limitada, necessitando de cooperação federativa. O custo-benefício é debatível, com defensores apontando melhoria na disciplina e críticos questionando o impacto pedagógico.

  • Viabilidade (25%)6.0
  • Interesse popular (20%)6.0
  • Trânsito político (20%)5.0
  • Alçada do Executivo (15%)4.0
  • Custo-benefício (20%)5.0
Flávio Bolsonaro
3.4

O plano de governo de Flávio Bolsonaro para a educação é considerado fraco em metas e recicla propostas, com a sugestão de transferir universidades federais para o MCTI.

Clique para ver a justificativa, os critérios e as fontes

O plano de governo de Flávio Bolsonaro para a educação é considerado fraco em metas e recicla propostas, com a sugestão de transferir universidades federais para o MCTI.

Instrumento necessário: misto

Justificativa da nota: A viabilidade é baixa devido à falta de detalhamento e metas claras, além da complexidade de transferir universidades federais. O interesse popular é moderado, pois as propostas não abordam questões urgentes de forma inovadora. O trânsito no Congresso seria difícil para a transferência de universidades, que exigiria mudanças legislativas significativas. A alçada presidencial é limitada, pois a maioria das ações requer aprovação legislativa. O custo-benefício é baixo devido à superficialidade das propostas.

  • Viabilidade (25%)3.0
  • Interesse popular (20%)4.0
  • Trânsito político (20%)3.0
  • Alçada do Executivo (15%)4.0
  • Custo-benefício (20%)3.0
Renan Santos
3.4

O candidato propõe o fim das cotas e a militarização de escolas em áreas violentas, além de uma "revolução" na educação.

Clique para ver a justificativa, os critérios e as fontes

O candidato propõe o fim das cotas e a militarização de escolas em áreas violentas, além de uma "revolução" na educação.

Instrumento necessário: misto

Justificativa da nota: A proposta de fim das cotas e militarização de escolas é de baixa viabilidade política e legal, enfrentando forte oposição de diversos setores da sociedade e possíveis questionamentos judiciais. O interesse popular é dividido, com apoio em alguns segmentos e forte rejeição em outros. O trânsito no Congresso seria muito difícil, exigindo maioria qualificada para alterações constitucionais ou leis que afetam direitos fundamentais. A alçada presidencial é baixa, pois depende de aprovação legislativa e cooperação com estados e municípios. O custo-benefício é incerto, com potencial para polarização e impactos sociais negativos.

  • Viabilidade (25%)3.0
  • Interesse popular (20%)5.0
  • Trânsito político (20%)2.0
  • Alçada do Executivo (15%)3.0
  • Custo-benefício (20%)4.0

Segurança pública

Melhor proposta: Lula

Lula e Ronaldo Caiado propõem endurecer o combate ao crime, com foco em facções, enquanto Flávio Bolsonaro e Renan Santos apresentam propostas mais radicais e controversas, como corte de poderes do STF e 'desfavelização'.

LulaGoverno atual
6.7

Combater o crime organizado e facções, com foco em prisões e prejuízos financeiros.

Clique para ver a justificativa, os critérios e as fontes

Combater o crime organizado e facções, com foco em prisões e prejuízos financeiros.

  • Realizou 12 mil prisões e impôs R$ 2 bilhões em prejuízo ao crime organizado.
  • Retirou R$ 1,6 bilhão do crime organizado em um mês.
  • Retirou R$ 361 milhões das facções em três semanas.
  • Participou de operação internacional contra o crime organizado.
  • Não recriou o Ministério da Segurança.

Impacto: Houve um aumento significativo nas prisões e prejuízos financeiros ao crime organizado, o que pode ter um impacto positivo na segurança pública. A não recriação do Ministério da Segurança, no entanto, pode indicar uma lacuna na estrutura de gestão do setor.

Justificativa da nota: O governo Lula demonstrou um cumprimento notável das promessas relacionadas ao combate ao crime organizado, com um grande número de prisões e a imposição de prejuízos financeiros significativos às facções. Isso sugere um impacto positivo na estrutura do setor de segurança e, potencialmente, na percepção de segurança da população. Contudo, a promessa de recriar o Ministério da Segurança não foi cumprida, o que pode ser visto como uma falha na gestão e coordenação das políticas de segurança pública.

  • Promessas cumpridas (30%)7.0
  • Impacto no setor (25%)7.0
  • Impacto na população (25%)6.0
Ronaldo Caiado
6.4

Endurecer combate ao crime, propor lei contra 'terrorismo doméstico' e convidar Lincoln Gakiya para o Ministério da Segurança.

Clique para ver a justificativa, os critérios e as fontes

Endurecer combate ao crime, propor lei contra 'terrorismo doméstico' e convidar Lincoln Gakiya para o Ministério da Segurança.

Instrumento necessário: misto

Justificativa da nota: O endurecimento do combate ao crime e a criação de uma lei contra 'terrorismo doméstico' são propostas que encontram eco em parte da população, mas a viabilidade jurídica e a eficácia de uma nova lei de 'terrorismo doméstico' são questionáveis. A nomeação de um ministro é prerrogativa presidencial. A aprovação de leis mais rígidas pode enfrentar resistência no Congresso e no Judiciário. A alçada presidencial é alta para nomeações e diretrizes, mas limitada para a execução sem apoio legislativo e judicial. O custo-benefício é incerto, dependendo da efetividade das medidas.

  • Viabilidade (25%)6.0
  • Interesse popular (20%)8.0
  • Trânsito político (20%)5.0
  • Alçada do Executivo (15%)7.0
  • Custo-benefício (20%)6.0
Flávio Bolsonaro
3.6

Endurecer o combate ao crime, cortar poderes do STF e focar na guerra contra facções, com propostas que geram controvérsia entre especialistas.

Clique para ver a justificativa, os critérios e as fontes

Endurecer o combate ao crime, cortar poderes do STF e focar na guerra contra facções, com propostas que geram controvérsia entre especialistas.

Instrumento necessário: misto

Justificativa da nota: A viabilidade é questionável, especialmente as propostas de corte de poderes do STF, que enfrentariam forte resistência jurídica e política. O interesse popular é alto, dada a preocupação com a segurança pública. O trânsito no Congresso seria extremamente difícil para propostas que afetam o Judiciário, exigindo emendas constitucionais e enfrentando forte oposição. A alçada presidencial é limitada, pois muitas ações dependem de aprovação legislativa e constitucional. O custo-benefício é incerto, pois a eficácia das medidas propostas é debatida.

  • Viabilidade (25%)3.0
  • Interesse popular (20%)9.0
  • Trânsito político (20%)0.0
  • Alçada do Executivo (15%)2.0
  • Custo-benefício (20%)4.0
Renan Santos
3.0

Renan Santos defende o endurecimento do combate ao crime, a construção de superpresídios e a "desfavelização", com regime de exceção em favelas.

Clique para ver a justificativa, os critérios e as fontes

Renan Santos defende o endurecimento do combate ao crime, a construção de superpresídios e a "desfavelização", com regime de exceção em favelas.

Instrumento necessário: misto

Justificativa da nota: As propostas de endurecimento do combate ao crime, construção de superpresídios e "desfavelização" com regime de exceção são de baixa viabilidade legal e constitucional, podendo gerar conflitos com direitos humanos e princípios democráticos. O interesse popular é alto em relação à segurança, mas as medidas propostas são controversas. O trânsito no Congresso seria extremamente difícil, especialmente para medidas que implicam regime de exceção ou que contrariam a Constituição. A alçada presidencial é baixa, pois muitas das propostas exigiriam alterações legislativas e constitucionais. O custo-benefício é questionável, com alto risco de violações e ineficácia a longo prazo.

  • Viabilidade (25%)2.0
  • Interesse popular (20%)7.0
  • Trânsito político (20%)1.0
  • Alçada do Executivo (15%)2.0
  • Custo-benefício (20%)3.0

Economia e contas públicas

Melhor proposta: Flávio Bolsonaro

Flávio Bolsonaro e Ronaldo Caiado defendem corte de gastos e impostos, enquanto Lula foca na reforma tributária e crescimento, e Renan Santos propõe medidas mais disruptivas como estudos para bomba atômica e desvinculação de pisos de gastos.

LulaGoverno atual
4.1

Aprovar reforma tributária, isenção do IR, e promover o crescimento econômico.

Clique para ver a justificativa, os critérios e as fontes

Aprovar reforma tributária, isenção do IR, e promover o crescimento econômico.

  • Aprovou reforma tributária e isenção do IR.
  • Contas públicas com déficit de R$ 44,4 bilhões até maio.
  • Déficit primário de R$ 55,3 bilhões em junho.
  • Dívida bruta do governo geral aumentou 11,2 p.p. do PIB (de 71,4% para 82,6%) [Indicadores].
  • Dívida líquida do setor público aumentou 13,9 p.p. do PIB (de 55,2% para 69,1%) [Indicadores].
  • Juros pagos pela dívida pública aumentaram de 4,6% para 6,4% do PIB [Indicadores].
  • Déficit nominal de 9,4% do PIB [Indicadores].

Impacto: A inflação acumulada no mandato foi de 17,90%, mas a taxa de desocupação caiu de 7,9% para 5,3%. A dívida pública e o déficit nominal aumentaram significativamente, indicando pressão fiscal.

Justificativa da nota: O governo Lula cumpriu promessas importantes como a reforma tributária e a isenção do IR, o que pode ter um impacto positivo na economia. No entanto, os indicadores oficiais mostram um cenário fiscal desafiador, com aumento da dívida pública, déficit nominal e juros pagos. Embora a taxa de desocupação tenha diminuído, a inflação acumulada ainda é alta. O impacto no setor é misto, com avanços na legislação, mas deterioração das contas públicas. O impacto na população é ambivalente, com mais empregos, mas custo de vida ainda elevado e endividamento crescente.

  • Promessas cumpridas (30%)5.0
  • Impacto no setor (25%)3.0
  • Impacto na população (25%)4.0
Ronaldo Caiado
5.5

Conter gastos sem subir impostos, elevar investimentos a 25% do PIB, resgatar reforma trabalhista e rever reforma tributária.

Clique para ver a justificativa, os critérios e as fontes

Conter gastos sem subir impostos, elevar investimentos a 25% do PIB, resgatar reforma trabalhista e rever reforma tributária.

Instrumento necessário: misto

Justificativa da nota: A contenção de gastos e a elevação de investimentos são metas ambiciosas e de difícil conciliação, exigindo reformas estruturais e disciplina fiscal. Há interesse popular em menor carga tributária e mais investimentos. A reforma trabalhista e a revisão da reforma tributária exigem aprovação do Congresso, com alto grau de dificuldade devido à complexidade e aos interesses envolvidos. A alçada presidencial é limitada, dependendo fortemente do Legislativo. O custo-benefício pode ser alto se as reformas gerarem crescimento econômico sustentável, mas o caminho é árduo.

  • Viabilidade (25%)5.0
  • Interesse popular (20%)8.0
  • Trânsito político (20%)4.0
  • Alçada do Executivo (15%)4.0
  • Custo-benefício (20%)6.0
Flávio Bolsonaro
6.3

Corte de gastos e impostos, redução de ministérios e uma PEC fiscal, com a ampliação da equipe econômica para detalhar o plano.

Clique para ver a justificativa, os critérios e as fontes

Corte de gastos e impostos, redução de ministérios e uma PEC fiscal, com a ampliação da equipe econômica para detalhar o plano.

Instrumento necessário: misto

Justificativa da nota: A viabilidade é moderada, pois o corte de gastos e impostos é uma meta ambiciosa que exige disciplina fiscal e apoio político. O interesse popular é alto, especialmente em relação à redução de impostos. O trânsito no Congresso seria desafiador para uma PEC fiscal e cortes de ministérios, exigindo maioria qualificada para emendas constitucionais. A alçada presidencial é média, pois algumas medidas podem ser feitas por decreto, mas as mais significativas exigem legislação. O custo-benefício pode ser alto se as medidas forem bem-sucedidas em estimular a economia.

  • Viabilidade (25%)6.0
  • Interesse popular (20%)8.0
  • Trânsito político (20%)5.0
  • Alçada do Executivo (15%)5.0
  • Custo-benefício (20%)7.0
Renan Santos
4.2

Propõe desvincular pisos de gastos, realizar estudos para desenvolver bomba atômica, corte de supersalários e revisão de renúncias fiscais.

Clique para ver a justificativa, os critérios e as fontes

Propõe desvincular pisos de gastos, realizar estudos para desenvolver bomba atômica, corte de supersalários e revisão de renúncias fiscais.

Instrumento necessário: misto

Justificativa da nota: A desvinculação de pisos de gastos e o corte de supersalários têm viabilidade fiscal, mas enfrentam forte resistência política e social. A proposta de desenvolver bomba atômica é de baixíssima viabilidade e alto custo, além de contrariar tratados internacionais. Há interesse popular em corte de gastos e revisão de privilégios, mas não na bomba atômica. O trânsito no Congresso para desvinculação de gastos e corte de supersalários seria difícil, exigindo emendas constitucionais. A alçada presidencial é média, pois depende de aprovação legislativa. O custo-benefício é incerto, com alto risco de instabilidade política e social.

  • Viabilidade (25%)4.0
  • Interesse popular (20%)5.0
  • Trânsito político (20%)3.0
  • Alçada do Executivo (15%)5.0
  • Custo-benefício (20%)4.0

Infraestrutura e transportes

Melhor proposta: Ronaldo Caiado

Lula, Flávio Bolsonaro, Renan Santos e Ronaldo Caiado apresentam propostas robustas para infraestrutura, com foco em recuperação e expansão de rodovias e ferrovias, e incentivo a tecnologia.

LulaGoverno atual
7.1

Recuperar rodovias e investir em ferrovias.

Clique para ver a justificativa, os critérios e as fontes

Recuperar rodovias e investir em ferrovias.

  • Ministro dos Transportes destacou recuperação de rodovias e investimentos em ferrovias.

Impacto: Houve investimentos e recuperação de infraestrutura de transporte, o que pode melhorar a logística e o desenvolvimento regional.

Justificativa da nota: As manchetes indicam que o governo Lula tem atuado na recuperação de rodovias e no investimento em ferrovias, o que representa um cumprimento das promessas para o setor de infraestrutura. Isso pode gerar um impacto positivo na logística, no transporte de cargas e passageiros, e no desenvolvimento econômico das regiões beneficiadas. A ausência de promessas não cumpridas neste setor, conforme as manchetes, reforça a avaliação positiva.

  • Promessas cumpridas (30%)8.0
  • Impacto no setor (25%)7.0
  • Impacto na população (25%)6.0
Ronaldo Caiado
7.2

Expansão de rodovias e ferrovias no Brasil.

Clique para ver a justificativa, os critérios e as fontes

Expansão de rodovias e ferrovias no Brasil.

Instrumento necessário: misto

Justificativa da nota: A expansão de rodovias e ferrovias é tecnicamente viável, mas exige vultosos investimentos e planejamento de longo prazo. Há grande interesse popular em melhorias na infraestrutura para escoamento da produção e mobilidade. A execução depende de projetos de lei para financiamento e concessões, com trânsito moderado no Congresso, especialmente se houver apoio de bancadas regionais. A alçada presidencial é alta para iniciar projetos e buscar financiamento, mas a execução depende de licitações e parcerias. O custo-benefício é potencialmente alto, gerando empregos e impulsionando a economia.

  • Viabilidade (25%)7.0
  • Interesse popular (20%)8.0
  • Trânsito político (20%)6.0
  • Alçada do Executivo (15%)7.0
  • Custo-benefício (20%)8.0
Flávio Bolsonaro
6.4

Previsão de pacotes de Internet, incentivo a data centers e destravamento de projetos de ferrovias, com a intenção de ser um 'novo Visconde de Mauá'.

Clique para ver a justificativa, os critérios e as fontes

Previsão de pacotes de Internet, incentivo a data centers e destravamento de projetos de ferrovias, com a intenção de ser um 'novo Visconde de Mauá'.

Instrumento necessário: misto

Justificativa da nota: A viabilidade é moderada, pois o destravamento de projetos de infraestrutura depende de investimentos significativos e superação de burocracias. O interesse popular é alto, pois melhorias na infraestrutura beneficiam a economia e a qualidade de vida. O trânsito no Congresso seria necessário para aprovação de leis de incentivo e financiamento. A alçada presidencial é média, pois o presidente pode priorizar projetos e buscar financiamento, mas a execução depende de diversos atores. O custo-benefício pode ser alto a longo prazo, com o desenvolvimento de infraestrutura.

  • Viabilidade (25%)6.0
  • Interesse popular (20%)7.0
  • Trânsito político (20%)6.0
  • Alçada do Executivo (15%)6.0
  • Custo-benefício (20%)7.0
Renan Santos
7.0

Renan Santos promete que tudo que for economizado será destinado à infraestrutura, com foco em um "choque de infraestrutura" para regiões produtoras.

Clique para ver a justificativa, os critérios e as fontes

Renan Santos promete que tudo que for economizado será destinado à infraestrutura, com foco em um "choque de infraestrutura" para regiões produtoras.

Instrumento necessário: misto

Justificativa da nota: A proposta de destinar toda a economia para infraestrutura é ambiciosa e sua viabilidade depende diretamente da capacidade de gerar grandes cortes de gastos, o que é um desafio. Há grande interesse popular em melhorias na infraestrutura. O trânsito no Congresso seria médio, pois a alocação de recursos orçamentários é prerrogativa do Executivo, mas grandes projetos podem requerer aprovação legislativa. A alçada presidencial é alta para a execução, mas a obtenção dos recursos depende de outras reformas. O custo-benefício pode ser alto se os investimentos forem bem direcionados e eficientes.

  • Viabilidade (25%)6.0
  • Interesse popular (20%)8.0
  • Trânsito político (20%)6.0
  • Alçada do Executivo (15%)7.0
  • Custo-benefício (20%)8.0

Meio ambiente e energia

Melhor proposta: Flávio Bolsonaro

Lula não tem propostas específicas para o meio ambiente, Flávio Bolsonaro é criticado por propostas antiambientais, e Renan Santos e Ronaldo Caiado não detalham planos para o setor.

LulaGoverno atual
2.1

Não há propostas específicas de Lula para o meio ambiente e energia neste mandato nas manchetes.

Clique para ver a justificativa, os critérios e as fontes

Não há propostas específicas de Lula para o meio ambiente e energia neste mandato nas manchetes.

  • Brasil vive política ambiental contraditória.
  • Lula falha ao unir meio ambiente e soberania em programas.

Impacto: A política ambiental do governo é descrita como contraditória, o que pode gerar incertezas e impactar negativamente a proteção ambiental.

Justificativa da nota: As manchetes não apresentam promessas específicas do governo Lula para o meio ambiente e energia neste mandato, mas apontam para uma política ambiental contraditória e falhas na união de meio ambiente e soberania. Isso sugere um impacto neutro a negativo no setor, pois a falta de clareza ou a inconsistência nas ações podem dificultar o avanço da agenda ambiental. A ausência de entregas claras e a crítica à política ambiental resultam em uma avaliação baixa.

  • Promessas cumpridas (30%)0.0
  • Impacto no setor (25%)3.0
  • Impacto na população (25%)4.0
Ronaldo Caiado
0.0

Sem proposta detalhada nas fontes coletadas.

Clique para ver a justificativa, os critérios e as fontes

Sem proposta detalhada nas fontes coletadas.

Justificativa da nota: Sem proposta detalhada nas fontes coletadas.

  • Viabilidade (25%)0.0
  • Interesse popular (20%)0.0
  • Trânsito político (20%)0.0
  • Alçada do Executivo (15%)0.0
  • Custo-benefício (20%)0.0
Flávio Bolsonaro
3.4

O plano de governo de Flávio Bolsonaro é criticado por falhar em unir meio ambiente e soberania, e por apresentar propostas antiambientais.

Clique para ver a justificativa, os critérios e as fontes

O plano de governo de Flávio Bolsonaro é criticado por falhar em unir meio ambiente e soberania, e por apresentar propostas antiambientais.

Instrumento necessário: misto

Justificativa da nota: A viabilidade é baixa, pois as propostas são consideradas antiambientais e podem gerar resistência de órgãos de controle e da sociedade civil. O interesse popular é dividido, com parte da população preocupada com o meio ambiente e outra priorizando o desenvolvimento econômico. O trânsito no Congresso seria difícil para propostas que flexibilizam a legislação ambiental, enfrentando oposição de bancadas ambientalistas. A alçada presidencial é limitada, pois muitas ações dependem de legislação e acordos internacionais. O custo-benefício é negativo, pois propostas antiambientais podem gerar danos irreversíveis.

  • Viabilidade (25%)3.0
  • Interesse popular (20%)5.0
  • Trânsito político (20%)3.0
  • Alçada do Executivo (15%)4.0
  • Custo-benefício (20%)2.0
Renan Santos
0.0

Sem proposta detalhada nas fontes coletadas.

Clique para ver a justificativa, os critérios e as fontes

Sem proposta detalhada nas fontes coletadas.

Justificativa da nota: Sem proposta detalhada nas fontes coletadas.

  • Viabilidade (25%)0.0
  • Interesse popular (20%)0.0
  • Trânsito político (20%)0.0
  • Alçada do Executivo (15%)0.0
  • Custo-benefício (20%)0.0

Gestão pública e reforma do Estado

Melhor proposta: Lula

Lula foca na reorganização da máquina pública, Flávio Bolsonaro na redução de ministérios e privatizações, Renan Santos em ampla reforma do Estado com cortes de despesas, e Ronaldo Caiado em corte de gastos sem detalhamento e anistia a condenados do 8 de janeiro.

LulaGoverno atual
7.1

Reorganizar a máquina pública e manter a política do CNU.

Clique para ver a justificativa, os critérios e as fontes

Reorganizar a máquina pública e manter a política do CNU.

  • Governo reorganizou máquina pública e intenção é manter política do CNU.

Impacto: A reorganização da máquina pública e a manutenção da política do CNU podem trazer mais eficiência e transparência à gestão.

Justificativa da nota: O governo Lula cumpriu a promessa de reorganizar a máquina pública e manter a política do Concurso Nacional Unificado (CNU), o que indica um esforço para modernizar e otimizar a gestão pública. Essas ações podem levar a uma maior eficiência administrativa e a um impacto positivo na qualidade dos serviços públicos oferecidos à população. A ausência de promessas não cumpridas neste setor, conforme as manchetes, reforça a avaliação positiva.

  • Promessas cumpridas (30%)8.0
  • Impacto no setor (25%)7.0
  • Impacto na população (25%)6.0
Ronaldo Caiado
3.7

Fim da reeleição, corte de gastos do governo sem detalhar onde, e anistia a condenados do 8 de janeiro para 'pacificar o país'.

Clique para ver a justificativa, os critérios e as fontes

Fim da reeleição, corte de gastos do governo sem detalhar onde, e anistia a condenados do 8 de janeiro para 'pacificar o país'.

Instrumento necessário: misto

Justificativa da nota: O fim da reeleição e a anistia para condenados do 8 de janeiro são propostas de alto impacto político e jurídico. O corte de gastos sem detalhamento é uma promessa comum, mas de difícil execução. O interesse popular no fim da reeleição é variável, enquanto a anistia é altamente polarizadora. O fim da reeleição exige emenda constitucional, com trânsito muito difícil. A anistia também demandaria aprovação legislativa e enfrentaria forte oposição. A alçada presidencial é limitada para essas propostas, dependendo do Congresso e do Judiciário. O custo-benefício é político e social, com resultados incertos.

  • Viabilidade (25%)4.0
  • Interesse popular (20%)5.0
  • Trânsito político (20%)3.0
  • Alçada do Executivo (15%)2.0
  • Custo-benefício (20%)4.0
Flávio Bolsonaro
5.4

Redução de ministérios, reforma administrativa e privatizações, com a defesa de uma nova Reforma da Previdência.

Clique para ver a justificativa, os critérios e as fontes

Redução de ministérios, reforma administrativa e privatizações, com a defesa de uma nova Reforma da Previdência.

Instrumento necessário: misto

Justificativa da nota: A viabilidade é moderada, pois a redução de ministérios e a reforma administrativa são possíveis, mas a Reforma da Previdência e as privatizações enfrentam forte resistência política e social. O interesse popular é alto em relação à redução da máquina pública, mas dividido quanto às privatizações e reforma da previdência. O trânsito no Congresso seria difícil para reformas administrativas e da previdência, exigindo emendas constitucionais. A alçada presidencial é média, pois algumas medidas podem ser feitas por decreto, mas as mais impactantes exigem legislação. O custo-benefício pode ser alto se as reformas resultarem em maior eficiência e menor gasto público.

  • Viabilidade (25%)5.0
  • Interesse popular (20%)7.0
  • Trânsito político (20%)4.0
  • Alçada do Executivo (15%)5.0
  • Custo-benefício (20%)6.0
Renan Santos
4.1

O plano de Renan Santos propõe uma ampla reforma do Estado, com foco em cortes de despesas e uma nova reforma trabalhista.

Clique para ver a justificativa, os critérios e as fontes

O plano de Renan Santos propõe uma ampla reforma do Estado, com foco em cortes de despesas e uma nova reforma trabalhista.

Instrumento necessário: misto

Justificativa da nota: A proposta de ampla reforma do Estado com cortes de despesas e nova reforma trabalhista tem viabilidade técnica, mas enfrenta forte resistência política e social. Há interesse popular em eficiência na gestão pública, mas as reformas propostas são controversas. O trânsito no Congresso seria muito difícil, exigindo emendas constitucionais e leis complexas. A alçada presidencial é baixa, pois depende fortemente da aprovação legislativa. O custo-benefício é incerto, com potencial para gerar instabilidade social e econômica se não for bem planejada e comunicada.

  • Viabilidade (25%)4.0
  • Interesse popular (20%)6.0
  • Trânsito político (20%)2.0
  • Alçada do Executivo (15%)3.0
  • Custo-benefício (20%)5.0

Assistência social

Melhor proposta: Lula

Lula e Ronaldo Caiado defendem programas sociais com foco em emancipação e reajuste do Bolsa Família, enquanto Flávio Bolsonaro e Renan Santos propõem um Bolsa Família temporário e redução da proteção social, com foco na saída do programa.

LulaGoverno atual
7.0

Reajustar o Bolsa Família e zerar a fila do INSS.

Clique para ver a justificativa, os critérios e as fontes

Reajustar o Bolsa Família e zerar a fila do INSS.

  • Anunciou reajuste no Bolsa Família para R$ 691.
  • Governo bloqueou acesso a bets de 2,8 milhões do BPC e Bolsa Família.
  • Lula cobrou INSS para zerar fila até setembro.
  • Lula marcou anúncio para zerar fila do INSS.
  • Governo se endividou em R$ 117 bilhões para pagar Bolsa Família antes do reajuste.

Impacto: O reajuste do Bolsa Família e a tentativa de zerar a fila do INSS têm um impacto direto e positivo na renda e no acesso a benefícios para a população mais vulnerável. No entanto, o endividamento para custear o Bolsa Família levanta preocupações fiscais.

Justificativa da nota: O governo Lula cumpriu a promessa de reajustar o Bolsa Família, o que tem um impacto direto e positivo na renda das famílias beneficiárias. Além disso, houve esforços para zerar a fila do INSS, o que melhora o acesso a benefícios previdenciários. No entanto, o endividamento para custear o Bolsa Família antes do reajuste levanta questões sobre a sustentabilidade fiscal. O impacto na população é claramente positivo devido ao aumento da renda e acesso a serviços, mas o impacto no setor é misto devido às preocupações fiscais.

  • Promessas cumpridas (30%)7.0
  • Impacto no setor (25%)6.0
  • Impacto na população (25%)8.0
Ronaldo Caiado
6.8

Defende programas sociais com foco em emancipação, citando famílias que saíram do Bolsa Família em Goiás.

Clique para ver a justificativa, os critérios e as fontes

Defende programas sociais com foco em emancipação, citando famílias que saíram do Bolsa Família em Goiás.

Instrumento necessário: misto

Justificativa da nota: A proposta de programas sociais com foco em emancipação é tecnicamente viável, mas exige um desenho cuidadoso e acompanhamento para garantir a saída sustentável das famílias da dependência de benefícios. Há interesse popular em programas que promovam a autonomia. A implementação pode ser feita via decreto e portarias, mas a escala nacional exigiria leis ordinárias e alocação orçamentária, com trânsito moderado no Congresso. A alçada presidencial é alta para a criação e gestão de programas, mas a execução depende de estados e municípios. O custo-benefício é potencialmente alto, reduzindo a pobreza a longo prazo.

  • Viabilidade (25%)7.0
  • Interesse popular (20%)7.0
  • Trânsito político (20%)6.0
  • Alçada do Executivo (15%)7.0
  • Custo-benefício (20%)7.0
Flávio Bolsonaro
5.0

O plano prevê um Bolsa Família temporário e redução da proteção social, com a reembalagem de ideias do pai e foco na porta de saída do programa.

Clique para ver a justificativa, os critérios e as fontes

O plano prevê um Bolsa Família temporário e redução da proteção social, com a reembalagem de ideias do pai e foco na porta de saída do programa.

Instrumento necessário: misto

Justificativa da nota: A viabilidade é moderada, pois a implementação de um Bolsa Família temporário e a redução da proteção social podem gerar resistência social e política. O interesse popular é alto, mas dividido, com parte da população defendendo a continuidade dos programas sociais. O trânsito no Congresso seria desafiador para mudanças significativas nos programas sociais, exigindo leis ordinárias e enfrentando oposição. A alçada presidencial é média, pois o presidente pode propor mudanças, mas a aprovação depende do Legislativo. O custo-benefício é incerto, pois a redução da proteção social pode ter impactos negativos na população mais vulnerável.

  • Viabilidade (25%)5.0
  • Interesse popular (20%)6.0
  • Trânsito político (20%)5.0
  • Alçada do Executivo (15%)5.0
  • Custo-benefício (20%)4.0
Renan Santos
6.0

Propõe que nenhum estado terá mais Bolsa Família que trabalho formal e a perda gradual do benefício para quem recusar emprego.

Clique para ver a justificativa, os critérios e as fontes

Propõe que nenhum estado terá mais Bolsa Família que trabalho formal e a perda gradual do benefício para quem recusar emprego.

Instrumento necessário: lei ordinária

Justificativa da nota: A proposta de vincular o Bolsa Família ao trabalho formal e a perda gradual do benefício para quem recusar emprego tem viabilidade técnica, mas a implementação pode ser complexa e gerar exclusão social. Há interesse popular em reduzir a dependência de programas sociais, mas também em garantir a proteção dos mais vulneráveis. O trânsito no Congresso seria médio, pois exigiria alterações na legislação do programa. A alçada presidencial é média, pois envolve tanto ações executivas quanto a necessidade de aprovação de leis. O custo-benefício é incerto, com potencial para incentivar o trabalho, mas também para aumentar a pobreza se não houver empregos disponíveis.

  • Viabilidade (25%)6.0
  • Interesse popular (20%)7.0
  • Trânsito político (20%)5.0
  • Alçada do Executivo (15%)6.0
  • Custo-benefício (20%)6.0

Notas metodológicas

  • Governo atual (Lula): nota por setor = promessas cumpridas (40%) + impacto no setor (30%) + impacto na população (30%), com base em manchetes dos últimos 120 dias e indicadores oficiais do Banco Central e do IBGE.
  • Demais candidatos: nota por setor = viabilidade (25%) + interesse popular (20%) + trânsito político no Congresso (20%) + alçada do Executivo (15%) + custo-benefício (20%), com base em manchetes dos últimos 60 dias sobre planos de governo.
  • Consulta ao TSE indisponível no momento (TSE HTTP 403). As propostas foram avaliadas pelas manchetes; o plano registrado pode ser consultado no DivulgaCandContas.
  • Candidatos avaliados: os quatro primeiros do Índice Brasil Analítico (IBA) no momento do cálculo. A fonte declarada de cada candidato é o plano de governo registrado no TSE (DivulgaCandContas).
  • Os pesos e critérios estão descritos acima e valem igualmente para todos os candidatos de cada grupo (governo atual e desafiantes).
  • Veja também as previsões 2026 e o histórico de pesquisas.

Reforma tributária: impacto estimado por setor

A reforma (EC 132/2023 e LC 214/2025) foi aprovada sem alíquota final definida. O gráfico estima piso e teto de variação da carga sobre o consumo em cada setor no regime pleno, com o regime legal e o motivo em cada item.
aumento de carga redução de carga carga próxima da atualBarra = piso a teto da variação, em pontos percentuais da carga sobre o consumo.
Serviços em geral
Aumento provável
Clique para ver o regime, o motivo e a carga atual
+5,7 p.p. a +17,8 p.p.

Carga atual estimada: 8,7% a 14,3% do faturamento (PIS/Cofins + ICMS/ISS + IPI).

Regime pleno em 2033: 20,0% a 26,5% (CBS + IBS).

Regime na LC 214/2025: Alíquota cheia, com crédito limitado (folha de pagamento não gera crédito).

Por quê: Hoje pagam ISS de 2% a 5% mais PIS/Cofins de 3,65% a 9,25%; passam à alíquota cheia do IVA e têm poucos insumos para creditar.

Tecnologia e software
Aumento provável
Clique para ver o regime, o motivo e a carga atual
+4,7 p.p. a +17,8 p.p.

Carga atual estimada: 8,7% a 14,3% do faturamento (PIS/Cofins + ICMS/ISS + IPI).

Regime pleno em 2033: 19,0% a 26,5% (CBS + IBS).

Regime na LC 214/2025: Alíquota cheia (serviço); crédito sobre nuvem e equipamentos.

Por quê: Mesma lógica dos serviços: base de folha alta e pouco insumo creditável; parte do impacto é repassada aos contratos B2B.

Profissões regulamentadas (advogados, contadores, engenheiros)
Aumento provável
Clique para ver o regime, o motivo e a carga atual
+2,7 p.p. a +10,9 p.p.

Carga atual estimada: 8,7% a 11,3% do faturamento (PIS/Cofins + ICMS/ISS + IPI).

Regime pleno em 2033: 14,0% a 19,6% (CBS + IBS).

Regime na LC 214/2025: Redução de 30% sobre a alíquota de referência.

Por quê: Redução de 30% ameniza, mas a alíquota resultante (cerca de 18,5% a 19,6%) ainda supera o ISS + PIS/Cofins atuais.

Educação privada
Aumento provável
Clique para ver o regime, o motivo e a carga atual
+1,6 p.p. a +5,5 p.p.

Carga atual estimada: 5,7% a 9,0% do faturamento (PIS/Cofins + ICMS/ISS + IPI).

Regime pleno em 2033: 10,6% a 11,2% (CBS + IBS).

Regime na LC 214/2025: Redução de 60% sobre a alíquota de referência.

Por quê: Escolas e faculdades pagam hoje ISS + PIS/Cofins baixos; mesmo com 60% de redução a alíquota efetiva sobe.

Construção civil e imóveis
Aumento provável
Clique para ver o regime, o motivo e a carga atual
-2,0 p.p. a +8,0 p.p.

Carga atual estimada: 8,0% a 12,0% do faturamento (PIS/Cofins + ICMS/ISS + IPI).

Regime pleno em 2033: 10,0% a 16,0% (CBS + IBS).

Regime na LC 214/2025: Regime específico: redução de 50% (operações com imóveis) e 70% (locação), redutor social.

Por quê: Incorporação e locação têm redutores próprios; o efeito final depende do redutor de ajuste e do crédito sobre materiais.

Serviços financeiros e seguros
Carga próxima da atual
Clique para ver o regime, o motivo e a carga atual
-5,0 p.p. a +7,0 p.p.

Carga atual estimada: 9,0% a 15,0% do faturamento (PIS/Cofins + ICMS/ISS + IPI).

Regime pleno em 2033: 10,0% a 16,0% (CBS + IBS).

Regime na LC 214/2025: Regime específico com alíquota própria e base ajustada.

Por quê: Alíquota diferenciada para manter a carga próxima da atual; depende da resolução do Senado.

Comércio varejista
Carga próxima da atual
Clique para ver o regime, o motivo e a carga atual
-6,0 p.p. a +6,0 p.p.

Carga atual estimada: 22,0% a 30,0% do faturamento (PIS/Cofins + ICMS/ISS + IPI).

Regime pleno em 2033: 24,0% a 28,0% (CBS + IBS).

Regime na LC 214/2025: Alíquota cheia com crédito integral das compras.

Por quê: ICMS de 17% a 20% mais PIS/Cofins já aproximam a carga atual da alíquota de referência; ganho com o fim da cumulatividade.

Combustíveis e energia
Carga próxima da atual
Clique para ver o regime, o motivo e a carga atual
-15,0 p.p. a +15,0 p.p.

Carga atual estimada: 25,0% a 40,0% do faturamento (PIS/Cofins + ICMS/ISS + IPI).

Regime pleno em 2033: 25,0% a 40,0% (CBS + IBS).

Regime na LC 214/2025: Regime específico monofásico com alíquota por unidade de medida, mais Imposto Seletivo.

Por quê: Alíquota ad rem única nacional; o valor por litro ainda será definido, e o Imposto Seletivo pode adicionar carga.

Transporte coletivo de passageiros
Redução provável
Clique para ver o regime, o motivo e a carga atual
-9,0 p.p. a +6,2 p.p.

Carga atual estimada: 5,0% a 9,0% do faturamento (PIS/Cofins + ICMS/ISS + IPI).

Regime pleno em 2033: 0,0% a 11,2% (CBS + IBS).

Regime na LC 214/2025: Redução de 60% (rodoviário, ferroviário e hidroviário); urbano pode ter alíquota zero.

Por quê: Transporte urbano e metropolitano pode ficar isento; intermunicipal e interestadual ficam com 40% da alíquota.

Agropecuária e alimentos
Redução provável
Clique para ver o regime, o motivo e a carga atual
-12,0 p.p. a +5,2 p.p.

Carga atual estimada: 6,0% a 12,0% do faturamento (PIS/Cofins + ICMS/ISS + IPI).

Regime pleno em 2033: 0,0% a 11,2% (CBS + IBS).

Regime na LC 214/2025: Cesta básica com alíquota zero; insumos e produtos agropecuários com redução de 60%; produtor até R$ 3,6 milhões fora do IBS/CBS.

Por quê: Alíquota zero na cesta básica nacional e redução de 60% no restante; depende da lista final de produtos e do crédito presumido.

Saúde e medicamentos
Redução provável
Clique para ver o regime, o motivo e a carga atual
-15,0 p.p. a +2,2 p.p.

Carga atual estimada: 9,0% a 15,0% do faturamento (PIS/Cofins + ICMS/ISS + IPI).

Regime pleno em 2033: 0,0% a 11,2% (CBS + IBS).

Regime na LC 214/2025: Redução de 60%; lista de medicamentos e dispositivos com alíquota zero.

Por quê: Serviços de saúde e planos ganham redução de 60%; parte dos medicamentos fica em zero. Planos de saúde têm regime específico.

Indústria de transformação
Redução provável
Clique para ver o regime, o motivo e a carga atual
-14,0 p.p. a -2,0 p.p.

Carga atual estimada: 30,0% a 38,0% do faturamento (PIS/Cofins + ICMS/ISS + IPI).

Regime pleno em 2033: 24,0% a 28,0% (CBS + IBS).

Regime na LC 214/2025: Alíquota cheia com crédito amplo; fim do IPI (exceto Zona Franca).

Por quê: Cadeias longas acumulam ICMS, IPI e PIS/Cofins; o crédito financeiro amplo e o fim do IPI tendem a reduzir a carga.

Alíquota de referência: 26,5% a 28%

Alíquota de referência CBS + IBS: trava de 26,5% na LC 214/2025; a estimativa do Ministério da Fazenda após as exceções aprovadas chegou a 28%. A alíquota final ainda não foi fixada pelo Senado.

Calendário da transição
  1. 2026: Ano-teste: CBS 0,9% e IBS 0,1%, compensáveis com PIS/Cofins; empresas passam a emitir notas com os novos campos.
  2. 2027: CBS entra em vigor com alíquota cheia; PIS e Cofins são extintos; IPI zerado (exceto Zona Franca); começa o Imposto Seletivo.
  3. 2029 a 2032: ICMS e ISS são reduzidos 10% ao ano e o IBS sobe na mesma proporção.
  4. 2033: Regime pleno: só CBS + IBS + Imposto Seletivo sobre o consumo. Alíquotas finais dependem de resolução do Senado e das leis de cada ente.

Estimativa editorial do Brasil Analítico a partir dos textos legais e de estudos setoriais divulgados no debate público. As alíquotas efetivas de CBS e IBS ainda não foram fixadas pelo Senado nem pelos estados e municípios; os valores mostram piso e teto de variação da carga sobre o consumo no regime pleno (2033) em relação à carga atual estimada, em pontos percentuais.

Perguntas frequentes sobre as propostas 2026

De onde vêm as propostas avaliadas?
A fonte declarada de cada candidato é o plano de governo registrado no TSE (https://divulgacandcontas.tse.jus.br/divulga/#/). Quando o arquivo está disponível, ele é lido e citado como [TSE]; quando ainda não foi publicado, as propostas são avaliadas pelas manchetes coletadas nos últimos dias, com links para as fontes.
Como o governo atual é avaliado?
Lula não é avaliado por promessas futuras, e sim pelo que foi cumprido e não cumprido desde 2023: peso 40% para cumprimento das propostas, 30% para o impacto no setor, 30% para o impacto na população. As notas de impacto e integridade têm teto definido pelas evidências oficiais (Banco Central, IBGE) e pelas crises documentadas; o ajuste aparece em cada nota.
Quem consegue implementar as propostas?
A probabilidade de implementar combina a nota geral do card, as cadeiras favoráveis na Câmara (513) e no Senado (81), calculadas a partir das bancadas oficiais ponderadas pelo apoio provável de cada partido, e a capacidade de execução (trânsito político das propostas ou promessas cumpridas). O candidato mais qualificado é o que soma nota, base parlamentar e execução; os pesos de apoio partidário são estimativa editorial declarada.
Quanto os impostos vão subir com a reforma tributária?
As alíquotas finais de CBS e IBS ainda não foram fixadas: a LC 214/2025 trava a referência em 26,5% e a Fazenda estimou 28% após as exceções. O gráfico por setor mostra piso e teto de variação estimada da carga sobre o consumo no regime pleno (2033): serviços, tecnologia e educação tendem a pagar mais; indústria, agro e saúde tendem a pagar menos. É estimativa editorial a partir dos textos legais.
Como os desafiantes são avaliados?
Cada proposta recebe nota de 0 a 10 em cinco critérios: viabilidade técnica e fiscal (25%), interesse popular (20%), trânsito político no Congresso (20%), alçada e competência para executar, incluindo se depende de decreto, lei ou emenda constitucional (15%) e custo-benefício do retorno (20%).
Com que frequência a análise é atualizada?
O battle card é regenerado diariamente com as manchetes mais recentes e os indicadores oficiais mais atuais. A data e hora da última geração aparecem no topo da página.
Os números do governo atual são oficiais?
Selic, IPCA e desocupação vêm das séries do Banco Central (SGS) e do IBGE e são marcados como oficiais. Falências, recuperações judiciais, demissões em massa e aumentos de impostos só aparecem quando há número literal em manchete, sempre com a fonte e a data.