Relatório diário de política · 22 de setembro de 2026
Crise do STF e Eleições 2026: Lula e Flávio Bolsonaro em Empate Técnico
A proximidade do primeiro turno das eleições de 2026 intensifica a polarização política, com Lula e Flávio Bolsonaro em empate técnico nas pesquisas presidenciais. A crise no STF, marcada por investigações e pedidos de impeachment, adiciona complexidade ao cenário, enquanto o governo federal busca engajamento ministerial e o Banco Central mantém cautela fiscal.
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Editor e pesquisador: KKOSAtualizado em 22/09/2026
Dissertação do dia
Cenário Eleitoral e a Polarização
As eleições de 2026 se aproximam, com o primeiro turno marcado para 4 de outubro, e o cenário político se mostra altamente competitivo e polarizado. As últimas pesquisas de intenção de voto para a presidência da República indicam um empate técnico entre o atual presidente Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL). A pesquisa Quaest, divulgada em 21 de setembro, aponta Lula com 37% e Flávio Bolsonaro com 33% no primeiro turno, dentro da margem de erro [R47]. Outra pesquisa, da Palver, mostra Flávio Bolsonaro numericamente à frente de Lula no primeiro turno, também em empate técnico [R49]. No segundo turno, a Quaest indica Flávio Bolsonaro com 42% e Lula com 41%, configurando um cenário de alta incerteza [R52]. A Revista Oeste, citando a Polymarket, reporta Flávio Bolsonaro com 61% e Lula com 38%, embora a metodologia dessa fonte não seja detalhada [R118]. Esses dados sugerem que a disputa será acirrada, com a mobilização de eleitores e a estratégia de campanha desempenhando papéis cruciais. A campanha de Lula, inclusive, já percebe a crise do STF como um fator precificado, mas a figura de Dino, assim como Moraes, pode se tornar um fantasma para o Planalto [R4].
Governo Federal e Estratégias Eleitorais
Diante do cenário eleitoral apertado, o governo federal intensifica suas ações para garantir o engajamento de seus ministros na campanha. A chefe da Casa Civil, Miriam Belchior, organizou um jantar com ministros para discutir estratégias eleitorais às vésperas do primeiro turno [R2, R6]. A CNN Brasil reporta que o governo Lula convocou o jantar para cobrar engajamento dos ministros [R1]. Essa movimentação indica a preocupação do governo em consolidar sua base e mobilizar seus quadros para a reeleição. O presidente Lula, por sua vez, busca retomar o controle da agenda de campanha, inclusive com uma viagem à ONU para abordar a soberania [R7]. A adoção de um discurso sobre soberania pelo governo Lula é associada a um 'tarifaço' [R8].
Paralelamente, o governo enfrenta desafios relacionados a investigações. A Polícia Federal investiga visitas de ministros e Lulinha a uma mansão de lobista [R9], e um vídeo mostra autoridades do governo Lula com o lobista Vorcaro em Londres [R11]. Há relatos de que o lobista mencionava viagens em voo da FAB e acesso ao Planalto [R14]. Essas investigações podem gerar desgaste para a imagem do governo em um período eleitoral sensível. Além disso, o governo Lula demitiu Eduardo Bolsonaro da Polícia Federal por abandono de cargo [R111, R115], e há alegações de que o governo demora mais para liberar garantias a empréstimos de estados de oposição [R117].
Crise no STF e o Impacto Político
A crise no Supremo Tribunal Federal (STF) é um dos temas de maior destaque e com potencial de influenciar as eleições. O Congresso Nacional acumula 84 propostas de mudanças na Corte [R28], e a reforma do Supremo está empacada há 21 anos [R10]. Há 21 novos pedidos de impeachment de ministros do STF no Senado [R37], e a discussão sobre a mudança das regras de impeachment de ministros do STF levanta questões sobre controle e pressão política [R39]. A crise é tão profunda que alguns candidatos, tanto de esquerda quanto de direita, estão utilizando o impeachment de ministros do STF como pauta em suas campanhas para o Senado em São Paulo [R41]. Um professor autor de livro sobre o STF avalia que nem o impeachment de ministros resolverá a crise [R33], e Wálter Maierovitch afirma que os ministros do STF se acham acima da lei [R42].
Um dos focos da crise envolve o ministro Alexandre de Moraes, que se declarou impedido em uma ação que envolve sua esposa e o lobista Vorcaro [R40]. A crise do STF voltou a pairar sobre Lula após um vídeo de Moraes e sua esposa em um jatinho de Vorcaro [R13]. A campanha eleitoral já utiliza a associação 'Lula é Moraes' versus 'Flávio é Master' [R3]. Outro ponto de tensão é o julgamento sobre emendas parlamentares, com o ministro Dino indicando que o pós-eleição seria o momento adequado para liberar o julgamento [R30, R31]. O ministro Kassio avalia rever sua decisão e participar de julgamentos sobre Master após as eleições [R32]. A AGU pediu ao STF a perda do cargo do ministro do STJ Marco Buzzi, acusado de assédio [R34, R35, R36, R38]. O ministro Fachin realizou uma nova rodada de conversas com ministros após uma sessão tensa no STF [R29].
Economia e Política Fiscal
A economia e a política fiscal também são temas relevantes, com o Banco Central (BC) mantendo uma postura cautelosa. A ata do Copom revela que o BC vê a atividade econômica mais fraca sob o efeito de juros altos e queda da inflação [R61, R68]. Apesar de cortes graduais na Selic, o BC mantém o suspense sobre novos cortes em 2026 [R67, R69], e há cautela com a inflação [R63, R64, R70]. O Copom fala em 'restrição adequada' para combater a inflação [R65]. O BC aponta que programas do governo sustentam a expansão de crédito com juros mais baixos, na contramão da Selic [R58], mas as contas públicas podem dificultar a queda dos juros [R59]. A discussão sobre mudar a meta de inflação é vista como prudência, não abandono [R66]. Os sinais do Copom sobre os próximos passos da Selic e o recado ao governo sobre risco fiscal são observados de perto [R57]. A espera pela eleição pode influenciar os próximos cortes da Selic [R60].
Segurança Pública e Eleições Estaduais
A segurança pública é um tema central nas campanhas eleitorais, com o governo federal e candidatos propondo diversas ações. O governo federal promove operações nacionais de combate ao crime organizado no sistema prisional [R76, R77, R80, R81, R71]. Candidatos à presidência e a governos estaduais também abordam o tema. O plano de segurança de Flávio Bolsonaro foca em 'guerra ao crime', mas é criticado por ignorar estatísticas e soluções estruturais [R73]. Renan promete 'fazer a rapa no crime organizado' [R79]. Lula propõe criar um Ministério da Segurança e aumentar o salário mínimo [R84]. Isael Munduruku propõe combate ao crime organizado com inteligência e prevenção [R74]. Joel Rodrigues promete novos concursos e reforço policial contra o crime organizado no Piauí [R83]. A SBPC aponta a necessidade de usar evidências científicas na segurança pública [R72]. A segurança pública também domina debates para o governo do Espírito Santo [R78]. Um especialista vê a segurança pública como um possível caminho para pressão dos EUA sobre a eleição [R82].
Nas eleições estaduais, diversas pesquisas foram divulgadas para governadores e senadores em estados como Ceará [R86], São Paulo [R88], Minas Gerais [R90, R95, R119], Alagoas [R91, R92], Paraná [R93], Rio de Janeiro [R94], Sergipe [R96] e Goiás [R112]. A ausência de segundo turno para governador deve ter efeito limitado na eleição presidencial [R87]. Candidatos como Ricardo Cappelli no Distrito Federal [R97] e Ary Vanazzi para deputado federal [R99] estão em destaque. O TSE restabeleceu os direitos de campanha de Garotinho ao governo do Rio [R113]. O PT critica a governadora do DF após críticas ao governo Lula [R114].
Congresso Nacional e Partidos
O Congresso Nacional continua com sua agenda legislativa e política. A Câmara dos Deputados sancionou a Lei que cria a Semana Nacional da Empresa Júnior [R15] e anulou a criação da Floresta Nacional de Cristópolis [R16]. Projetos de lei sobre táxis e veículos de aplicativo [R21, R22], negociação sindical no serviço público [R23], infraestrutura familiar nas praias [R25] e proteção de consumidores com MMGD [R27] estão em tramitação. O Congresso ainda tem vetos do governo Bolsonaro para análise [R18]. A comparação de deputados e senadores que buscam reeleição considera projetos, frequência e emendas [R17].
No âmbito partidário, as federações partidárias alteram o cenário para partidos e eleitores [R101]. Há denúncias de falta de recursos e cobrança de apoio partidário, como no caso do PSDB em Goiás [R102]. A aliança com o governo federal é vista como benéfica para alguns, como Renan [R5]. A visita de Lula a Belém pode mexer no palanque para o Senado [R107]. Em Santa Catarina, 16 candidaturas foram indeferidas [R104]. A direita busca consolidar sua bancada, como defendido por Bia Kicis e André Kubitschek [R100]. A disputa por apoio e recursos é intensa, com casos como o de Boava criticando a falta de recursos do PL [R108]. O Cidadania Petrolina fechou apoio a Charles de Tiringa para deputado federal [R106].
Cenários e Próximos Passos
O cenário político brasileiro se desenha com alta volatilidade. A polarização eleitoral, a crise institucional no STF e as pressões econômicas são fatores que se interligam e influenciam a percepção do eleitorado. A capacidade do governo federal de mobilizar sua base e de lidar com as investigações será crucial. A evolução da crise no STF, especialmente as decisões sobre emendas parlamentares e os desdobramentos das investigações envolvendo lobistas, pode ter um impacto significativo na reta final da campanha. A postura do Banco Central em relação à Selic e a inflação também será observada de perto, pois afeta diretamente o poder de compra da população. Nos próximos dias, será fundamental acompanhar as novas pesquisas eleitorais, os debates entre os candidatos e as reações dos atores políticos aos eventos que surgirem. A proximidade do primeiro turno intensificará as estratégias de campanha, com foco na mobilização e na desconstrução de adversários. A capacidade de cada candidato em apresentar soluções críveis para os desafios do país, especialmente nas áreas de segurança e economia, será determinante para o resultado final das eleições de 2026.
Notícias analisadas
Cada notícia tem uma página própria com análise e fontes.- Governadores e estadosCenário eleitoral nos estados se intensifica com pesquisas e alianças partidáriasA corrida eleitoral para governos estaduais e o Senado se intensifica, com a divulgação de pesquisas de intenção de voto em diversos estados, como Ceará, São Paulo, Minas Gerais e Alagoas. Partidos e candidatos buscam formar alianças e consolidar apoios para o pleito de 2026.
- Congresso NacionalCongresso Nacional debate reformas e projetos em meio a vetos e crise do STFO Congresso Nacional acumula vetos presidenciais, alguns desde o governo Bolsonaro, e discute 84 propostas de mudanças no STF em meio à crise da Corte. Projetos de lei sobre diversos temas, como infraestrutura familiar e regulamentação de táxis, também estão em tramitação.
- Segurança públicaGoverno federal intensifica combate ao crime organizado no sistema prisionalO governo federal iniciou operações nacionais de combate ao crime organizado dentro dos presídios. A medida visa fortalecer a segurança pública e desarticular facções criminosas.
- Economia e política fiscalBanco Central mantém cautela sobre cortes da Selic e alerta para contas públicasA ata do Copom revela que o Banco Central mantém cautela em relação a novos cortes da taxa Selic, apesar da desaceleração da economia e da queda da inflação. O BC aponta que a situação das contas públicas pode dificultar a redução dos juros.
- Eleições 2026Pesquisas indicam empate técnico entre Lula e Flávio Bolsonaro na corrida presidencialNovas pesquisas de intenção de voto, como Quaest e Palver, mostram um cenário de empate técnico entre Lula e Flávio Bolsonaro para a presidência. No primeiro turno, Lula aparece com 37% e Flávio Bolsonaro com 33% em uma das pesquisas, enquanto no segundo turno, Flávio Bolsonaro tem 42% e Lula 41%.
- STF e JudiciárioCrise do STF e investigações sobre lobista impactam cenário eleitoralA crise envolvendo o Supremo Tribunal Federal (STF) e as investigações sobre um lobista, que incluem ministros e familiares, tornaram-se um tema relevante na campanha eleitoral. O ministro Alexandre de Moraes se declarou impedido em uma ação que envolve sua esposa e o lobista.
- Eleições 2026Governo Lula intensifica engajamento ministerial para as eleições de 2026O governo federal, por meio da Casa Civil, organizou um jantar com ministros para cobrar engajamento na campanha eleitoral. A iniciativa ocorre às vésperas do primeiro turno das eleições de 2026.
Temas do dia e fontes
Governo federal
O governo Lula intensifica a mobilização de seus ministros para as eleições de 2026, com um jantar organizado pela Casa Civil para cobrar engajamento e discutir estratégias. Paralelamente, o governo enfrenta investigações sobre visitas de ministros e Lulinha a um lobista, o que pode gerar desgaste em período eleitoral. O governo também demitiu Eduardo Bolsonaro da Polícia Federal por abandono de cargo e é acusado de demorar a liberar garantias de empréstimos para estados de oposição.
- Eleições: governo Lula convoca jantar com ministros para cobrar engajamento (CNN Brasil, 22/09/2026)
- Chefe da Casa Civil, Miriam Belchior organiza jantar com ministros para falar de eleições às vésperas do 1º turno (O GLOBO, 22/09/2026)
- Miriam Belchior organiza jantar com ministros para planejar estratégia eleitoral (Tribuna do Sertão, 22/09/2026)
- JOTA Principal | Lula vai à ONU e tenta retomar controle da agenda de campanha com soberania (jota.info, 21/09/2026)
- Tarifaço levou governo Lula a adotar discurso sobre soberania (Poder360, 22/09/2026)
- Polícia Federal investiga visitas de ministros e Lulinha a mansão de lobista (Gazeta do Povo, 21/09/2026)
Congresso Nacional
O Congresso Nacional tem uma agenda legislativa ativa, com a sanção de leis e a tramitação de diversos projetos, além de vetos do governo Bolsonaro ainda pendentes de análise. A crise no STF impulsiona o acúmulo de propostas de mudanças na Corte, e a discussão sobre o impeachment de ministros do STF é pauta em campanhas para o Senado. A comparação de deputados e senadores que buscam reeleição considera projetos, frequência e emendas.
- Reforma do Supremo está há 21 anos empacada no Congresso (Diário do Poder, 22/09/2026)
- Lei que cria a Semana Nacional da Empresa Júnior é sancionada (camara.leg.br, 22/09/2026)
- Lei anula criação da Floresta Nacional de Cristópolis, na Bahia (camara.leg.br, 22/09/2026)
- Projetos, frequência, emendas: compare deputados e senadores que buscam reeleição (Folha de S.Paulo, 21/09/2026)
- Congresso tem vetos para análise desde o governo Bolsonaro; entenda o rito (CNN Brasil, 21/09/2026)
- Câmara aprova projeto que acaba com termos "amargo" e "meio amargo" no chocolate; vai ao Senado (Diário do Comércio, 22/09/2026)
STF e Judiciário
A crise no STF se aprofunda, com o Congresso acumulando propostas de mudanças na Corte e pedidos de impeachment de ministros. O ministro Alexandre de Moraes se declarou impedido em ação envolvendo sua esposa e um lobista, enquanto a AGU pediu a perda do cargo de um ministro do STJ. A questão das emendas parlamentares e a participação de ministros em julgamentos importantes após as eleições são pontos de tensão, com a crise sendo explorada na campanha eleitoral.
- “Lula é Moraes” x “Flávio é Master”: a nova guerra de associações da campanha (InfoMoney, 22/09/2026)
- Campanha de Lula vê crise do STF precificada, mas Dino vira fantasma para Planalto como Moraes (Estadão, 20/09/2026)
- Reforma do Supremo está há 21 anos empacada no Congresso (Diário do Poder, 22/09/2026)
- Crise do STF volta a pairar sobre Lula após vídeo de Moraes e esposa em jatinho de Vorcaro (Estadão, 21/09/2026)
- Em meio à crise do STF, Congresso acumula 84 propostas de mudanças na Corte (CNN Brasil, 21/09/2026)
- Fachin faz nova rodada de conversas com ministros após sessão tensa no STF (O GLOBO, 22/09/2026)
Eleições 2026
As eleições de 2026 se aproximam com um cenário de empate técnico entre Lula e Flávio Bolsonaro nas pesquisas presidenciais, indicando uma disputa acirrada no primeiro e segundo turnos. O governo federal intensifica a mobilização de seus ministros para a campanha, enquanto a crise no STF e as investigações envolvendo lobistas adicionam complexidade ao panorama eleitoral. A segurança pública e a economia são temas centrais nos debates e propostas dos candidatos, tanto para a presidência quanto para os governos estaduais.
- Eleições: governo Lula convoca jantar com ministros para cobrar engajamento (CNN Brasil, 22/09/2026)
- Chefe da Casa Civil, Miriam Belchior organiza jantar com ministros para falar de eleições às vésperas do 1º turno (O GLOBO, 22/09/2026)
- “Lula é Moraes” x “Flávio é Master”: a nova guerra de associações da campanha (InfoMoney, 22/09/2026)
- Campanha de Lula vê crise do STF precificada, mas Dino vira fantasma para Planalto como Moraes (Estadão, 20/09/2026)
- Miriam Belchior organiza jantar com ministros para planejar estratégia eleitoral (Tribuna do Sertão, 22/09/2026)
- JOTA Principal | Lula vai à ONU e tenta retomar controle da agenda de campanha com soberania (jota.info, 21/09/2026)
Economia e política fiscal
O Banco Central mantém uma postura cautelosa em relação à política monetária, com a ata do Copom indicando uma atividade econômica mais fraca e a manutenção do suspense sobre novos cortes na Selic. A preocupação com a inflação e o risco fiscal do governo são fatores que influenciam as decisões do BC, apesar de programas governamentais sustentarem a expansão de crédito. A discussão sobre a meta de inflação e a influência das eleições nos próximos passos da Selic são pontos de atenção.
- Os sinais do Copom sobre próximos passos da Selic e o recado ao governo sobre risco fiscal (VEJA, 22/09/2026)
- BC aponta que programas do governo sustentam expansão de crédito com juros mais baixos, na contramão da Selic (O GLOBO, 22/09/2026)
- BC: contas públicas podem dificultar queda dos juros (SBT News, 22/09/2026)
- Copom está à espera da eleição? Quais pontos podem definir o próximo corte da Selic (Money Times, 22/09/2026)
- Copom vê atividade econômica mais fraca sob efeito de juros altos e queda da inflação, mostra ata (Folha de S.Paulo, 22/09/2026)
- Ata do Copom: economia esfria, mas cortes seguem graduais (Claudio Dantas, 22/09/2026)
Segurança pública
A segurança pública é um tema central nas campanhas eleitorais, com o governo federal promovendo operações de combate ao crime organizado no sistema prisional. Candidatos à presidência e a governos estaduais apresentam propostas variadas, desde a criação de um Ministério da Segurança até o uso de inteligência e prevenção. A necessidade de usar evidências científicas na segurança pública é destacada, e a questão é vista como um possível ponto de pressão externa nas eleições.
- Governo amplia combate ao crime organizado dentro de presídios (OpiniãoCE, 22/09/2026)
- Presidenciáveis precisam usar evidências científicas na Segurança Pública, aponta SBPC (Jornal GGN, 22/09/2026)
- Plano de segurança de Flávio Bolsonaro foca em "guerra ao crime, mas ignora estatísticas e soluções estruturais (Fundação Perseu Abramo, 21/09/2026)
- Isael Munduruku propõe combate ao crime organizado com inteligência e prevenção (Portal Mário Adolfo, 22/09/2026)
- Cícero Lucena propõe comitê de crise para combater crime organizado na Paraíba (G1, 21/09/2026)
- Governo inicia operações de combate ao crime organizado no sistema prisional pelo país (Tribuna do Sertão, 21/09/2026)
Governadores e estados
As eleições estaduais estão em destaque, com a divulgação de diversas pesquisas para governadores e senadores em vários estados, como Ceará, São Paulo, Minas Gerais, Alagoas, Paraná, Rio de Janeiro, Sergipe e Goiás. A ausência de segundo turno para governador é avaliada como tendo efeito limitado na eleição presidencial. Candidatos como Ricardo Cappelli no Distrito Federal e Ary Vanazzi para deputado federal estão em evidência, e a disputa por apoio e recursos partidários é intensa.
- Pesquisa Quaest no RS mede novo capítulo do duelo entre Juliana Brizola e Luciano Zucco (Valor Econômico, 21/09/2026)
- Jorginho mantém a vantagem? Pesquisa Quaest em SC revela novo retrato da eleição (Valor Econômico, 21/09/2026)
- Nova pesquisa Datafolha no DF mostra quem herda votos sem Arruda na disputa (Valor Econômico, 21/09/2026)
- O que o governador faz? Entenda sua função (Valor Econômico, 22/09/2026)
- O que diz pesquisa da AtlasIntel para governo e Senado no Ceará (Gazeta do Povo, 21/09/2026)
- Ausência de 2º turno para governador deve ter efeito limitado na eleição presidencial, diz estudo (Exame, 22/09/2026)
Partidos e alianças
As federações partidárias estão redefinindo o cenário eleitoral, com partidos buscando consolidar alianças e garantir recursos para as campanhas. Há denúncias de falta de apoio e recursos dentro de partidos, como no PSDB em Goiás, e a aliança com o governo federal é vista como estratégica por alguns. A direita busca fortalecer sua bancada, e a visita de Lula a Belém pode influenciar os palanques para o Senado. Candidaturas indeferidas e a disputa por apoio em nível local também marcam o cenário partidário.
- Renan sempre preferiu benesses do poder na condição de governista no Planalto (Francês News, 21/09/2026)
- Aécio reforça aposta em Mariscal para levar Uberaba à Câmara Federal (Jornal de Uberaba, 21/09/2026)
- Bia Kicis e André Kubitschek defendem bancada de direita (GPS Brasília, 21/09/2026)
- Federações partidárias: entenda o que muda para partidos e eleitores (deolhonacidade.net, 21/09/2026)
- Candidato do PSDB denuncia falta de recursos e cobra apoio do partido em Goiás (Jornal Opção, 21/09/2026)
- Rui Costa se emociona em caminhada com público estimado em 30 mil em Vitória da Conquista e cita força do grupo de Lula e Jerônimo (Jornal Grande Bahia, 21/09/2026)
Colunas e análises consideradas
Textos de opinião de veículos acompanhados, usados como contraponto na leitura do dia.- Governo Lula demite Eduardo Bolsonaro por abandono de cargo da PF (Gazeta do Povo, 21/09/2026)
- Real Time Big Data divulga pesquisa para governo e Senado em Goiás (Gazeta do Povo, 22/09/2026)
- TSE restabelece direitos de campanha de Garotinho ao governo do Rio (Gazeta do Povo, 20/09/2026)
- PT parte para cima de governadora do DF após crítica ao governo Lula (Gazeta do Povo, 21/09/2026)
- Governo Lula demite Eduardo Bolsonaro da Polícia Federal (Revista Oeste, 21/09/2026)
- Eleições 2026: Espírito Santo tem 5 candidatos ao governo (Revista Oeste, 21/09/2026)
- Governo Lula demora mais para liberar garantias a empréstimos de Estados de oposição (Revista Oeste, 21/09/2026)
- Polymarket: Flávio abre 23 pontos de vantagem sobre Lula, 61% a 38% (Revista Oeste, 21/09/2026)
- Real Time: Cleitinho lidera cenário de 1º turno ao governo de Minas (Revista Oeste, 21/09/2026)